Em tempos de filtros que “embelezam”, feeds perfeitos e harmônicos, cultura da comparação e, consequentemente, eterna insatisfação com o próprio corpo e a própria história, ficamos cada vez mais vulneráveis à transtornos de saúde mental, mas esquecemos que esse looping eterno de “querer o corpo como da fulana” “ter sucesso como a ciclana” “viver a vida perfeita da beltrana” nos conduz direto e reto para os transtornos alimentares.
De acordo com a OMS, 4,7% da população brasileira sofre com transtornos alimentares. O número de jovens acometidos chega à 10%.
Hoje, recebo aqui no GordaCast a Beatriz Klimeck que é cientista social e mestre em saúde coletiva. Baseada na dissertação dela: “"Anorexia? Não, olha seu tamanho”: anorexia nervosa “atípica” em mulheres gordas” , nossa conversa enveredou por pontos como: gordofobia na área da saúde, transtornos alimentares em mulheres gordas, investimento em ciência, pandemia e sobre o porquê obesidade não deveria ser considerada doença.
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Link para download da dissertação:
http://bit.ly/anorexianervosaemmulheresgordas