Bem-vindo ao Mamilos, um espaço pra gente conversar de peito aberto sobre tudo! Toda terça-feira é dia de mergulhar em polêmicas com o Mamilos Debate! Juntamos especialistas e perspectivas diferentes numa mesa redonda pra discutir temas que incomodam, provocam questionamentos e reflexões. Às quintas, vem tomar um café com a gente e conhecer pessoas incríveis em papos descontraídos. É a sua chance de passar um tempo gostoso, conhecendo melhor as pessoas que você admira e descobrindo os bastidores das suas trajetórias e visões de mundo. Estamos há 10 anos te ajudando a entender melhor a sociedade, o mundo e você mesmo. Vem com a gente? Contato: [email protected]
Janeiro chega e, junto, a sensação de que a gente está sempre atrasado: tem texto demais, vídeo demais, episódio demais — e ninguém dá conta de ver tudo o que é bom. Então, nas nossas férias, a gente faz o contrário do feed infinito: um apanhado do que realmente valeu. Estamos republicando os episódios mais ouvidos de 2025 — escolhidos pela própria audiência. Se você perdeu, aproveita agora. Se você já ouviu, seja o algoritmo que você quer ver no mundo e faz essa conversa chegar em quem você ama.
Começamos com nossa musa Maria Homem, psicanalista, professora, pesquisadora, e campeã no coração dos mamileiros e mamiletes em 2026, com um programa publicado em julho, mas que parece feito sob encomenda pra esse janeiro espinhoso. Vocês também estão com a sensação de que estamos vivendo dentro de um episódio do Cidade Alerta? Operação dos EUA na Venezuela e a captura de Nicolás Maduro, a escalada de tensão com o Irã com alertas de retaliação e movimentação militar, e, aqui no Brasil, temporais extremos no Sul — com registros de tornado, granizo e ventos fortes no Paraná .
E, ao mesmo tempo, a vida insiste: tem planos, tem carnaval, tem coisa boa acontecendo agora. Nesta conversa, a Maria Homem ajuda a gente a nomear essa montanha-russa: esse medo do futuro é ansiedade — ou lucidez? Um episódio sobre como as notícias atravessam o corpo, o que isso faz com a esperança e como seguir fazendo planos quando tudo parece prestes a desabar.
Vem com a gente nessa conversa que acolhe, provoca e inspira.
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Brasil quer ser potência turística, mas hoje recebe menos turistas internacionais que Peru e República Dominicana, mesmo tendo Amazônia, Pantanal, litoral gigante e cidades históricas. Ao mesmo tempo, o turismo já responde por quase 8% do PIB e dos empregos do país e é movido, em mais de 90%, pelo brasileiro viajando dentro do próprio Brasil. Como é que um setor tão grande segue sendo tratado só como “férias” e não como política econômica, urbana e ambiental?
Neste episódio do Mamilos, Ju Wallauer e Cris Bartis recebem Mariana Aldrigue, pesquisadora de turismo há 25 anos, professora da USP e ex-responsável pela área de inteligência da Embratur, e Ana Carla Fonseca, economista e urbanista, fundadora da Garimpo de Soluções, referência em economia criativa, cultura, cidades e desenvolvimento. Juntas, elas ajudam a responder: o que o turismo representa hoje para o Brasil e o que ele poderia ser se fosse levado a sério como estratégia de país?
Ao longo da conversa, a gente fala sobre:
a economia do turismo no mundo e no Brasil: participação no PIB, empregos, peso do turismo interno x internacional;
o lugar do Brasil no ranking de destinos globais – e por que “turismo é o universo da manipulação estatística”;
casos de países que se reposicionaram, como Peru, República Dominicana e Ruanda, usando soft power, gastronomia, audiovisual e campanhas como o Visit Rwanda;
turismo, urbanismo e desenvolvimento territorial: projetos no Vale das Histórias e no Vale do Ribeira, autoestima de quem mora no território e risco de overtourism em lugares como Aruba;
a diferença entre destinos “plastificados”, tipo parque temático (Gramado, Bonito, Balneário), e experiências mais conectadas com a comunidade e a cultura local, como o nomadismo digital no Rio Grande do Norte (Pipa, São Miguel do Gostoso);
a imagem do Brasil lá fora e a frase incômoda de Ricardo Freire: “o pior embaixador do Brasil é o brasileiro”;
e, no fim, uma chuva de hacks de viagem: como escolher destino sem cair em roubada, entender alta e baixa temporada, usar bem o mapa de chuvas e não ser enganado por “promoção imperdível” de passagem aérea.
Se você se interessa por turismo no Brasil, viagens, economia do turismo, cidades, desenvolvimento regional, turismo sustentável, overtourism, nomadismo digital e planejamento de viagem, este episódio é pra ouvir com atenção – antes de comprar a próxima passagem.
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Natal é a época em que “família” vira palavra de ordem — e também de fricção. Por que, mesmo quando a vida está difícil, o brasileiro continua colocando a família acima de trabalho, fé e amizades? O que a gente busca nesse núcleo: acolhimento, identidade, pertencimento… ou um bunker contra o mundo?
Para encarar esse espelho sem romantização (e sem cinismo), a Ju Wallauer e a Cris Bartis recebem Vera Iaconelli — psicanalista e escritora, autora de Análise e do Manifesto Antimaternalista. A conversa parte de um dado simples e gigantesco (8 em cada 10 brasileiros colocam a família como principal pilar da vida) para destrinchar a complexidade por trás dele.
Ao longo do episódio, a Vera provoca: família nunca é “sem mal-estar” — porque sua função é civilizatória, mistura afeto e norma, e cobra um preço. A gente fala sobre o ideal de família que melancoliza (e vira vitrine), sobre a armadilha dos pais perfeitos e o delírio contemporâneo de “educar sem erro”, e sobre como a parentalidade esbarra inevitavelmente em narcisismo, frustração e decepção — sem que isso precise virar ruptura.
Também entramos no que costuma explodir na ceia: culpa e obrigação, conflitos íntimos, silêncios “para manter a paz”, e o que acontece quando a família se fecha num clã do “mesmo”. No fim, fica a pergunta que muda tudo: qual é o seu projeto de família? Um lugar de controle e performance — ou um espaço poroso, capaz de conviver com diferença, atravessar crises e ainda assim construir história, alegria e memória?
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Um dia você começa a esquecer palavras, acordar encharcada, oscilar entre o gás total e o zero de energia e pensa: “tô enlouquecendo?”. Essa é a porta de entrada da nossa conversa sobre perimenopausa e menopausa.
Com Dra. Priscila Medina (ginecologista, especialista em menopausa), Dra. Simone Nascimento (médica, medicina do estilo de vida) e Silvia Ruiz (jornalista, criadora do MenoTalks), a gente:
descomplica perimenopausa x menopausa e por que tantos exames dão “normal”
atualiza o papo sobre reposição hormonal depois da revisão do FDA
fala de raça, acesso e desigualdade no cuidado
mostra o peso de sono, alimentação, movimento e estresse nessa fase
Se você está passando por isso, vai passar ou convive com alguém nessa montanha-russa hormonal, puxa um banquinho e entra na conversa. Dá o play e manda pra amiga que vive dizendo: “tem alguma coisa errada comigo, mas ninguém me leva a sério”.
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A gente cresce ouvindo que sofrimento é sinal de fracasso, falta de fé, fraqueza ou “problema químico” que se resolve com remédio. Ao mesmo tempo, vive numa cultura que vende autocuidado como vela aromática e banho de espuma, enquanto um monte de gente está quebrada por dentro. Onde é que a gente se perdeu nesse caminho?
Neste episódio, conversamos com o psiquiatra Daniel Barros, autor de “Sofrimento não é doença: nem todas as dores precisam de remédio, mas todas merecem cuidado”. Falamos sobre a diferença entre dor e sofrimento, o descompasso entre expectativa e realidade, a linha tênue entre o que é da vida e o que é caso de tratamento, o peso de achar que “cuidar” é consertar o outro, o papel dos vínculos como proteção e o que pode nascer depois de experiências traumáticas – sem romantizar tragédia.
É um convite pra olhar pra própria dor com mais nitidez e mais gentileza: entender quando ela está dizendo “algo precisa mudar” e quando ela está pedindo ajuda profissional. Porque viver dói, mas não precisa ser sozinho.
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Hoje a gente vai fazer uma coisa rara: em vez de começar pela treta, a gente vai começar pelo acordo. O “Mapa Narrativo Entre Nós”, do Instituto Update, mostra que as mulheres brasileiras, de esquerda, de centro, de direita, religiosas ou não, concordam em coisas muito essenciais: 94% defendem igualdade salarial; 85% querem mais mulheres onde as decisões são tomadas; 77% dizem que segurança é a prioridade.
Ou seja: não é falta de pauta. Não é falta de problema. Não é nem falta de consenso. O que está travando é como a gente está falando.
A boa notícia é que esse mapa traduz pesquisa em linguagem. Ele mostra que, se a gente parte de valores compartilhados — proteção, família, dignidade, futuro dos filhos — dá pra falar de segurança, de salário, de representatividade sem acionar defesa e sem perder nitidez política.
E pra fazer essa costura com a gente, duas mulheres que entendem de escuta e de disputa de narrativa: a cientista política e consultora no projeto Mulheres em Diálogo, do Instituto Update, Lilian Sendretti e Manuela D’Avila, jornalista, escritora e ex-deputada federal.
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Você já reparou como está se comunicando? Quanto mais tempo passamos interagindo com telas, mais desafiador fica lidar com pessoas de verdade. A falta de diálogo enfraquece nossas relações e empobrece nossa convivência — e isso transborda para todas as áreas da vida.
Em casa: só em 2022 foram registrados 420 mil divórcios no Brasil, um crescimento de 8,6% em relação ao ano anterior. Em 2023, o número subiu para 440,8 mil, um aumento de quase 5%.
No trabalho: equipes que se comunicam bem conseguem elevar a produtividade em até 25%. Mas 86% dos funcionários e executivos apontam a falta de colaboração e de comunicação eficaz como a principal causa de falhas. Na prática, quando dificuldades não são ditas, o que poderia ser resolvido rapidamente vira impasse prolongado, gerando frustração, desperdício e queda de performance. Não à toa, 70% dos brasileiros admitem evitar o diálogo no trabalho por medo de represálias.
Na esfera pública: o Poder Judiciário brasileiro enfrenta um volume crescente de processos — já são um processo para cada dois habitantes, com aumento de 31% entre 2009 e 2016.
Nesse cenário, o diálogo deixa de ser apenas uma habilidade desejável: é competência essencial e vantagem competitiva. Se os algoritmos estão nos substituindo em tarefas mecânicas e repetitivas, a nossa subjetividade e a qualidade de interação que podemos estabelecer com o outro é, e continuará sendo, o nosso diferencial.
Hoje vamos aprender um pouco mais sobre diálogo de peito aberto com Tania Almeida, fundadora do Mediare, mediadora com ampla atuação institucional e internacional, autora, pesquisadora e apaixonada pelo poder do diálogo — que, como ela gosta de dizer, “não tem contraindicação”.
Vamos mergulhar nesse universo para entender como exercitar e ensinar a conversar de forma eficaz, seja em família, no trabalho ou até mesmo em crises. Porque, quando o diálogo falha, tudo fica mais caro — em sofrimento, em relações perdidas e em processos.
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Clima de celebração hoje. Os olhos do mundo estão no Pará — COP acontecendo, Círio ainda quente no coração — e a nossa convidada é um dos nomes que transformaram essa energia em linguagem. Multiartista amazônica que botou o tecnobrega no centro do pop, ela abriu caminho para uma geração inteira: 27 anos de estrada, a primeira paraense no Palco Mundo do Rock in Rio, Latin Grammy e, com sua obra reconhecida como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Pará.
Mas título nenhum explica sozinho o que acontece quando ela chega: a rua vira palco, a aparelhagem vira cinema de som e luz, o sagrado dança com o profano. Do Jurunas pro mundo, a Gaby sempre fez da pista uma tese — e agora dobra a aposta com Rock Doido, um álbum-filme pensado como set contínuo, plano-sequência, cidade em movimento. É festa, é manifesto, é técnica, é afeto.
Hoje a conversa é pra honrar essa trajetória e olhar pra frente pra uma Amazônia que não é cenário, é sujeito, pra nos lambuzar de uma fartura cultural que exige seu espaço na identidade brasileira. Gaby Amarantos, bem-vinda ao Mamilos!
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