- 30 minutes 37 secondsLíderCast 425 - Ingo Plöger - Escolhas e o futuro no agro
Boas-vindas a mais uma série especial do LíderCast Congresso Andav. O convidado de hoje é Ingo Plöger, empresário, conselheiro e mentor. É presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), e costuma dizer que seu legado é “prospectar futuros” — e é exatamente isso que faz ao estudar tendências, cenários e transformações. Ingo é daqueles que puxam conversa na fila do pão e, às vezes, se distraem tanto que esquecem até de comprar o pão. Uma boa prosa sobre futuro, Brasil e escolhas.
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21 August 2026, 4:55 pm - 7 minutes 11 secondsCafezinho 741 - Quanto vale sua hora de trabalho?
Dois profissionais podem ter idade, formação, experiência e profissão semelhantes e, ainda assim, receber valores muito diferentes pelo mesmo tipo de trabalho simplesmente porque atuam em lugares diferentes. A partir do estudo de Michael Clemens, Claudio Montenegro e Lant Pritchett sobre o place premium, este Cafezinho investiga quanto do valor produzido por uma pessoa depende dela própria e quanto depende do ambiente em que trabalha. Infraestrutura, organização, regras e desperdícios ajudam a entender por que trabalhar muitas horas não significa necessariamente produzir muito — e por que essa questão deveria entrar na discussão brasileira sobre jornada de trabalho.
Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br
Takeaways
• O valor de uma hora de trabalho não depende apenas da capacidade individual, mas também das condições oferecidas pelo ambiente em que o trabalho acontece.
• Produtividade não significa trabalhar mais depressa ou por mais tempo, mas conseguir produzir mais valor com a mesma quantidade de horas.
• Antes de discutir apenas a duração da jornada de trabalho, é preciso observar quanto tempo é desperdiçado com infraestrutura deficiente, burocracia, falhas de organização e obstáculos que não geram valor.
Capítulos
O prêmio do lugar
O mesmo profissional, outro valor
Quando o ambiente interfere no trabalho
O que produtividade realmente significa
O tempo perdido lutando contra o sistema
A discussão sobre a escala 6x1
Quanto vale cada hora trabalhada?
Links relevantes
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21 August 2026, 4:39 pm - 21 minutes 36 secondsCafé Brasil Expresso 1043 - O prêmio do lugar
Em Tempos Modernos, Carlitos corre para acompanhar uma esteira que acelera até transformar o trabalhador em extensão da máquina. A cena ajuda a desmontar uma confusão ainda presente: trabalhar mais não significa produzir mais. Partindo daí, o episódio investiga o chamado “prêmio do lugar”, conceito desenvolvido por Michael Clemens, Claudio Montenegro e Lant Pritchett, e chega ao debate sobre a escala 6x1. A questão deixa de ser apenas quantas horas o brasileiro trabalha e passa a ser quanto valor seu trabalho consegue produzir dentro de um ambiente marcado por baixa produtividade, burocracia, infraestrutura ruim e pouca qualificação.
Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br
Takeaways
• Produtividade não é trabalhar mais rápido ou por mais horas, mas gerar mais valor com o mesmo tempo e esforço.
• O estudo do “prêmio do lugar” mostra que trabalhadores semelhantes podem ser remunerados de maneiras muito diferentes dependendo do ambiente econômico em que atuam.
• A discussão sobre a escala 6x1 ganha outra dimensão quando se percebe que jornadas menores só se tornam sustentáveis no longo prazo quando cada hora de trabalho produz mais valor.
Capítulos
Carlitos e a falsa ideia de produtividade
Quanto vale o mesmo trabalhador em outro lugar?
O prêmio do lugar
O brasileiro trabalha muito, mas produz pouco
A escala 6x1 e o custo do tempo
Quando o sistema desperdiça o trabalhador
Por que uma lei não fabrica produtividade
Um lugar capaz de exigir menos da vida para produzir mais
Links relevantes
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19 August 2026, 3:05 am - 11 minutes 50 secondsCafé Com Leite Especial -A cigarra e a formiga - Parte 2
Monteiro Lobato também se incomodou com a velha história da cigarra condenada por passar o verão cantando. Em sua versão, a formiga percebe que a música também teve valor: acompanhou o trabalho e tornou os dias mais agradáveis. A partir daí, Bárbara e Babica investigam uma questão menos simples do que parece: como reconhecer trabalhos que não produzem algo que se possa guardar num depósito sem esquecer que o inverno continua chegando. Entre arte, disciplina, planejamento e prazer, a velha fábula ganha uma moral bem mais equilibrada.
Host: Bárbara Stock e Babica
Takeaways
• Nem todo trabalho produz algo material, mas isso não significa que não tenha valor.
• Reconhecer o valor da arte e da criatividade não elimina a responsabilidade de pensar no futuro.
• Uma vida equilibrada precisa aprender com a formiga sem esquecer aquilo que a cigarra tem para ensinar.Capítulos
Monteiro Lobato muda a velha fábula
O valor que não cabe no depósito
A cigarra também trabalhava
O inverno continua chegando
O que a cigarra aprende com a formiga
O que a formiga aprende com a cigarra
Talentos diferentes, responsabilidades parecidas
Guarde algumas sementes, mas não esqueça da músicaLinks relevantes
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18 August 2026, 3:05 am - 8 minutes 11 secondsCafezinho 740 - Cadê o sonho pra sonhar juntos?
Em 1969, a chegada do homem à Lua mostrou o que acontece quando uma sociedade escolhe um objetivo grande o bastante para organizar esforços, desenvolver capacidades e aceitar dificuldades. Sete anos antes, Kennedy havia transformado uma ambição quase absurda em destino coletivo. O episódio parte dessa história para investigar o que acontece quando o desejo de conquistar dá lugar ao esforço de preservar o que já temos, e como líderes, empresas e pessoas podem voltar a enxergar futuros capazes de justificar trabalho, risco e desenvolvimento.
Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br
Takeaways
• Grandes capacidades muitas vezes são desenvolvidas depois que escolhemos objetivos que exigem de nós mais do que já sabemos fazer.
• Pessoas e organizações podem perder impulso não por falta de recursos, mas porque passam a dedicar mais energia à proteção do que conquistaram.
• Liderança não fabrica vontade, mas pode oferecer desafios e futuros que deem às pessoas uma razão para fazer esforço.Capítulos
O sonho de chegar à Lua
Quando a dificuldade vira parte do objetivo
Primeiro vem o desejo
A força de um destino compartilhado
Quando preservar substitui conquistar
O papel do líder diante da vontade
O que ainda vale a pena quererLinks relevantes
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15 August 2026, 12:01 pm - 1 hour 6 minutesLíderCast 424 - Carla Nórcia - Mulheres com a AMMA
A convidada de hoje é Carla Nórcia, que construiu uma carreira de mais de 30 anos em Comunicação e Marketing, boa parte dela ligada ao mercado automotivo. Hoje é CEO da Insight, agência especializada em comunicação estratégica para o aftermarket. É também fundadora e investidora das plataformas Movenews e VagasAutomotivas, além de comandar diferentes podcasts do setor. Ao longo da trajetória, passou por empresas como Tintas Coral, TRW, Dana, Dayco e Editora Novo Meio. Carla acredita na comunicação como ferramenta para construir reputações, transformar negócios e abrir espaço para mais inovação e diversidade. Carla também preside a AMMA, Associação Brasileira das Mulheres do Mercado Automotivo.
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13 August 2026, 3:05 am - 20 minutes 35 secondsCafe Brasil Expresso 1042 - O motor invisível
Em julho de 1969, dois homens caminharam sobre a Lua e provaram que aquilo que parecia impossível podia se tornar realidade. Mas a pergunta que conduz este episódio não é como eles chegaram até lá. É por que conseguiram. A partir da corrida espacial, Luciano Pires investiga o papel da vontade na construção das grandes realizações humanas, mostrando que tecnologia, dinheiro e conhecimento raramente vêm antes do propósito. Passando por Aristóteles, Nietzsche, Viktor Frankl, Tocqueville, Peter Thiel e Elon Musk, o episódio revela como indivíduos, empresas e sociedades inteiras podem perder — ou recuperar — a capacidade de sonhar grande e transformar esse sonho em ação.
Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br
Takeaways
- Grandes realizações humanas começam com um propósito capaz de mobilizar pessoas, e não apenas com recursos ou tecnologia.
- A liderança mais transformadora não distribui tarefas; ela oferece significado e cria um horizonte que justifica o esforço.
- Civilizações, empresas e famílias prosperam quando preservam a vontade de construir o futuro, em vez de apenas administrar o presente.
Capítulos
O homem chegou à Lua. E depois?
Quando a vontade vem antes da tecnologia
O sentido como combustível da ação
Por que o Ocidente deixou de sonhar grande?
Narrativas moldam o futuro
O trabalho invisível da liderança
Toda grande realização nasce primeiro na imaginação
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12 August 2026, 3:05 am - 12 minutes 40 secondsCafé Com Leite Especial -A cigarra e a formiga - Parte 1
A antiga fábula da cigarra e da formiga parece simples: enquanto uma trabalha e se prepara para o inverno, a outra passa o verão cantando e depois sofre as consequências. Mas há algo estranho nessa moral quando percebemos que cantar também pode ser trabalho — e que, na natureza, o canto da cigarra tem uma função muito concreta. A partir dessa contradição, Bárbara e Babica revisitam a história para separar duas ideias que costumam aparecer misturadas: o valor daquilo que fazemos e a responsabilidade de pensar no futuro. A cigarra talvez não estivesse sem fazer nada; ainda assim, quando o inverno chegou, ela descobriu que talento e prazer não dispensam planejamento.
Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br
Takeaways
- Nem todo trabalho produz algo material: cantar, escrever, representar ou fazer música também pode gerar valor.
- O problema da cigarra não precisa estar no fato de cantar, mas em não ter se preparado para o inverno enquanto podia fazê-lo.
- Trabalhar muito ou gostar do que se faz não elimina a necessidade de pensar no amanhã e administrar os próprios recursos.
Capítulos
A armadilha escondida numa velha fábula
Por que a cigarra canta?
Cantar também é trabalho?
O verão termina e o inverno chega
A porta do formigueiro se fecha
Trabalho não é o mesmo que previdência
O erro da cigarra talvez não fosse cantar
Dá para aprender com as duas
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11 August 2026, 10:19 pm - 7 minutes 57 secondsCafezinho 739 - O que não se vê
Políticas públicas costumam nascer de uma intenção clara, mas começam a mudar no instante em que encontram pessoas reais, capazes de perceber e explorar os incentivos criados por uma regra. Partindo da história das cobras de Délhi, este episódio acompanha o caminho que leva do chamado Efeito Cobra à ideia de Frédéric Bastiat sobre aquilo que se vê e aquilo que permanece invisível. No percurso, aparece um problema maior: quando governos medem resultados por números fáceis de exibir, benefícios ganham remetente e custos se espalham sem assinatura, tornando muito mais difícil perceber quem realmente produziu cada consequência.
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Takeaways
• Uma política pode estimular exatamente o comportamento que pretendia combater quando as pessoas descobrem como transformar sua regra em vantagem.
• Indicadores deixam de representar bem a realidade quando passam a ser tratados como metas e começam a orientar o comportamento de quem será avaliado por eles.
• Benefícios públicos são facilmente identificados por quem os recebe, enquanto custos indiretos, investimentos perdidos e oportunidades que deixaram de existir permanecem muito menos visíveis.
Capítulos
A armadilha escondida numa boa intenção
As cobras de Délhi
Quando o incentivo muda o comportamento
O Efeito Cobra
Quando a medida vira a meta
O benefício que tem remetente
Bastiat e aquilo que não se vê
O problema também pode estar na solução
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8 August 2026, 11:49 am - 1 hour 14 minutesLíderCast 423 - Karina Kapazi - Carreira na empresa familiar
A convidada de hoje é Karina Kapazi, que construiu sua trajetória no encontro entre o rigor da governança e a complexidade das relações humanas. Há mais de duas décadas na Kapazi, empresa familiar, atua com Governança Corporativa, Sustentabilidade, Compliance e Gestão de Pessoas, dedicando especial atenção aos desafios da sucessão e do comportamento nas organizações. Formada em Direito, estuda Governança, ESG e Análise Transacional. É autora do livro Trem, pesquisadora, mentora voluntária, mãe e corredora de rua. Sua jornada parte de uma convicção: empresas são feitas de pessoas, pessoas são feitas de histórias, e nenhuma estrutura permanece sólida sem consciência, ética e humanidade.
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6 August 2026, 3:05 am - 23 minutes 36 secondsCafe Brasil Expresso 1041 - O efeito Cobra
A história das cobras de Délhi mostra como uma solução aparentemente racional pode criar incentivos para ampliar o problema que pretendia eliminar. A partir do chamado Efeito Cobra, o episódio aproxima Frédéric Bastiat, a vidraça quebrada, os programas sociais, a inflação e a encenação política descrita por Bezerra da Silva em “Candidato Caô Caô”. O fio que une esses exemplos está na diferença entre aquilo que o poder exibe e os custos que permanecem espalhados, sem rosto e sem cerimônia. A investigação não condena o amparo aos vulneráveis, mas pergunta quando a ajuda deixa de ser ponte e passa a depender da permanência do próprio problema.
Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br
Takeaways
- Políticas públicas podem fracassar quando recompensam indicadores visíveis sem considerar os comportamentos que esses incentivos produzirão.
- O benefício entregue pelo governo é facilmente identificado, enquanto seus custos aparecem diluídos em impostos, inflação, dívida e oportunidades que não chegaram a existir.
- Uma política social deve ser avaliada não apenas por quantas pessoas alcança, mas por sua capacidade de conduzi-las da proteção para a autonomia.
Capítulos
As cobras de Délhi
Quando a solução alimenta o problema
A vidraça de Bastiat
O benefício que aparece
A conta que se mistura à vida
O candidato que visita a pobreza
Quando o amparo não conduz à saída
Quem mantém o criadouro funcionandoLinks relevantes
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5 August 2026, 3:05 am - More Episodes? Get the App