- 46 minutes 37 secondsEspecial ao vivo Podfest Porto 2026 com Germano Silva: “A cidade começou no Morro da Pena Ventosa. Os habitantes tiveram de pedir dinheiro, estavam num penedo que não dava trigo, azeite ou vinho”
No primeiro episódio de Histórias do Porto, gravado ao vivo no Expresso Podfest Porto by Toyota 2026, o jornalista Carlos Rico e o historiador Germano Silva percorrem as ruas que moldaram a identidade da cidade Invicta.
Desde o Morro da Pena Ventosa, berço do Porto, até à emblemática Avenida dos Aliados, a conversa revela séculos de história, comércio e resistência. Ruas como a do Infante Dom Henrique, das Flores e dos Mártires da Liberdade ganham vida através de episódios marcantes, figuras ilustres e expressões populares. Uma viagem histórica que celebra o carácter único e indomável do povo portuense.
A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.
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2 June 2026, 3:46 pm - 54 minutes 53 secondsO Santo António
Fernando Martins de Bulhões foi um verdadeiro rapaz de Lisboa: cresceu no seio de uma família rica junto da catedral, frequentou o coro da Sé e prosseguiu estudos religiosos na igreja de São Vicente de Fora. O contacto com três monges a caminho de Marrocos virou-lhe a vida do avesso. Tornou-se franciscano e empreendeu uma série de viagens que o transformariam no santo com a canonização mais rápida da Igreja Católica.
O culto espalhou-se pelo mundo. A fama dos milagres colocaram-no no centro do altar da família real, do governo da capital e do coração dos lisboetas. As celebrações religiosas e profanas misturaram-se com as velhas festas pagãs do solstício do verão no hemisfério norte: um caso de vitalidade milenar das tradições populares de toda uma cidade.
Neste episódio de ‘Histórias de Lisboa’, o jornalista Miguel Franco de Andrade conversa com Pedro Teotónio Pereira, coordenador do Museu de Santo António, sobre a vida, a obra e o culto e do santo mais festejado de Lisboa.
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28 May 2026, 6:52 pm - 2 minutes 27 secondsHá um Porto que ainda não conhece e começa agora: oiça aqui o novo podcast da SIC Notícias, "Histórias do Porto"
Quantas histórias cabem no Porto? No episódio de apresentação de Histórias do Porto, abrimos as páginas de uma cidade onde, como escreveu Eugénio de Andrade, “daqui houve nome Portugal” e deixamos o convite para uma viagem pelas suas ruas, memórias e momentos decisivos.
O primeiro episódio sai já na próxima terça-feira, 2 de junho, com o historiador Germano Silva, para um percurso por algumas das ruas que ajudaram a fazer o Porto. O episódio será gravado ao vivo esta sexta-feira, dia 29, no Rivoli. Se quiser assistir, saiba mais aqui.
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27 May 2026, 6:40 pm - 2 minutes 13 secondsQual é a próxima história de Lisboa? A vida de Santo António
Vamos entrar em junho e, como não podia deixar de ser, vamos dedicar o último episódio desta temporada às festas dos Santos Populares: São Pedro, São João e, claro, Santo António. Qual será a sua história? Nasceu em Pádua ou em Lisboa? Como se tornou santo?
Não perca, a partir do dia 29 de maio, a história de António, o primeiro santo da cidade e das origens das festas populares, no podcast de Miguel Franco de Andrade Histórias de Lisboa.
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22 May 2026, 5:30 am - 57 minutes 16 secondsTabernas e cafés históricos de Lisboa
Tabernas, vendas, casas de pasto e cafés desempenham um papel importante na revolução do chamado espaço público que se opera em Lisboa e na Europa ocidental a partir do séc. XVIII. Cada um com as suas regras, clientelas e produtos, eram poiso para oposicionistas, intelectuais, ou apenas para o simples cidadão anónimo.
Neste episódio de ‘Histórias de Lisboa’, o jornalista Miguel Franco de Andrade conversa com a historiadora Marisa Alexandre Lousada sobre a Europa dos últimos 300 anos e o mundo das tabernas e dos cafés históricos de Lisboa.
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15 May 2026, 5:05 am - 2 minutes 48 secondsQual é a próxima história de Lisboa? O que se comia e bebia nas tabernas e nos cafés históricos de Lisboa
No próximo episódio de 'Histórias de Lisboa', vamos saber o que se comia e o que se bebia na Lisboa dos últimos 300 anos e como o mundo das tabernas e das casas de pasto conviveu com os botequins e os cafés mais finos (e vigiados) da cidade, espaços de convívio, subversão e sociabilidade.
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8 May 2026, 4:23 pm - 1 hour 6 minutesO Primeiro 1º de Maio
O Primeiro de maio de 1974 é, para muitos, a primeira e inesquecível manifestação pública, coletiva e popular da liberdade inaugurada pela revolução do 25 de abril. Mas a primeira celebração do dia internacional pela luta dos direitos dos trabalhadores começou a realizar-se, em Lisboa, logo em 1890, ao mesmo tempo que muitas outras grandes cidades do mundo adotavam a resolução do Congresso Internacional de Paris de 1889.
A data visava trazer á memória os acontecimentos da revolta de Haymarket, ocorrida 3 anos antes, em que uma greve geral em luta pelos 8 horas de trabalho diário resultou na morte, e posterior enforcamento, dos chamados ‘mártires de Chicago’.Perante a desconfiança das autoridades políticas e policiais da época, o primeiro dia de maio de 1890 contou com a presença de um verdadeiro “exército operário”, uma imensa população de lisboetas, alguns recém-chegados de outras zonas do País, que vivia amontoada em pátios e vilas operárias sem quaisquer condições de salubridade. O cortejo de 1 de maio de 1890 reuniu-se na então recém inaugurada praça dos Restauradores e percorreu algumas das principais avenidas da capital – desde logo, a da Liberdade – território por excelência da Lisboa burguesa, em direção ao insólito destino do cemitério dos Prazeres, para homenagear o 'apostolo' José Fontana, falecido em 1876.
Entre as reivindicações estavam a redução de horários de trabalho (que chegavam, por vezes, às 14 ou mesmo 16 horas de trabalho), e a exigência de uma legislação laboral, que disciplinasse o trabalho noturno, feminino e dos menores.Pela primeira vez, a população operária de Lisboa era vista e escutada, de forma organizada, numa festa de “luta e de luto”, que ao longo das décadas seguintes teve altos e baixos, mas que nem os 48 anos de ditadura, instituída em 1926 – há exatamente 100 anos –, e depois o Estado Novo, conseguiriam, na totalidade, silenciar.
Neste episódio de ‘Histórias de Lisboa’, o jornalista Miguel Franco de Andrade conversa com a investigadora Ana Alcântara sobre o primeiro Primeiro de maio da História.
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1 May 2026, 5:00 am - 2 minutes 17 secondsQual é a próxima história de Lisboa? As celebrações proibidas do Dia do Trabalhador
No próximo episódio de 'Histórias de Lisboa', vamos conhecer os primórdios dos movimentos e dos conflitos sociais da capital: a luta por melhores condições de vida e de salário, a situação miserável em que vivia grande parte da população lisboeta na segunda metade do século XIX e as celebrações, durante muito tempo proibidas, do Dia do Trabalhador.
Vamos percorrer os caminhos da Lisboa operária desde as primeiras celebrações do 1º de maio na capital até ao longo inverno das liberdades, depois do 28 de maio de 1926, há exatamente 100 anos.
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24 April 2026, 5:05 am - 1 hour 1 minuteO Cais do Sodré
Diz-se do caos que é uma ordem por decifrar. E diz quem conhece o Cais do Sodré que este verdadeiro caos possui, no entanto, uma ordem própria e que ela ajuda a explicar séculos na vida da cidade.
Nas margens do rio, da lei e das muralhas, já foi chamado de cata que farás, remolares, foi casa para um famoso relógio de sol, substituído, após a Guerra Civil, pela estátua do duque que entrou vitorioso pela cidade no dia 24 de julho, como a Avenida que ao Cais conduz.
Pintaram-lhe na rua uma tonalidade cor de rosa, mas o 'caixodré', como é chamado pelos lisboetas, possui tantas cores quantas as que cabem no mundo, que lhe aporta ao Cais: desde os dias de Gil Vicente ou do Vicente Sodré, o homem que lhe deu o nome, até às noites, metafóricas como as ditaduras, ou literais, na liberdade de dançar do Tokyo ao Roterdão, do Musicbox ao Jamaica.
Neste episódio de Histórias de Lisboa, vamos embarcar numa viagem à volta do mundo, sem nunca largar o cais, e mergulhar no submundo do caos de Lisboa: o Cais de Sodré.
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17 April 2026, 5:25 am - 2 minutes 19 secondsQual é a próxima história de Lisboa? O cata que farás ou, como é mais conhecido, o 'caixodré'
No próximo episódio de Histórias de Lisboa, vamos falar de um bairro que é muito mais do que dizem que ele é. Sítio triplamente marginal - existe nas margens do rio, da lei e das muralhas da cidade - o Cais do Sodré já foi chamado de muitos outros nomes: cata que farás, remolares, praça duque da terceira e ultimamente rua cor de rosa. Mas este pedaço de terra que rodeia o cais é casa para infinitas historias.
Dia 17 de abril, não perca esta viagem ao submundo do caos de Lisboa, o Cais de Sodré.
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10 April 2026, 5:10 am - 56 minutes 47 secondsO Teatro Romano de Lisboa
A meio caminho entre a colina do Castelo de São Jorge, em Lisboa e o rio Tejo existe um monumento gigantesco e de importância excecional do qual poucas pessoas ouviram falar (e menos ainda visitaram).
O teatro romano de Olissipo foi mandado construir, há cerca de 2 mil anos por um império em afirmação e crescimento que, há 2 mil anos, se estendia, a norte, das florestas da Germânia até, a sul, às costas mediterrânicas do norte de áfrica; dos confins do atual Médio Oriente até, precisamente, ao extremo mais ocidental da Europa.
Quem ousasse passar de barco ao largo de Olissipo, no início deste Era, não poderia ter dúvidas de que aquela era terra do Império, ao ver, a meio da colina, o edifício do monumental teatro. Nele, chegaram a caber mais de 4 mil espectadores (hoje o maior teatro de Lisboa terá pouco mais de 1000 lugares), e foi palco para alguns dos mais importantes acontecimentos da cidade: teatrais mas também políticos, religiosos e rituais.
Mas, numa importante lição da História de que a glória é sempre passageira, o gigante da colina de Olissipo desapareceu com as ruínas do Império. Assim permaneceu esquecido, durante séculos, por debaixo das pedras da cidade até que o terramoto de 1755 -- e a reconstrução da cidade – o trouxeram de novo à luz do dia, numa obra de resgate da memória que, apesar de tudo, continua por terminar.
Neste episódio de ‘Histórias de Lisboa’, um pouco mais comprido do que é habitual, o jornalista Miguel Franco de Andrade conversa com o arqueóloga Lídia Fernandes, coordenadora do Museu do Teatro Romano, sobre o monumento que é um “gigante adormecido” na colina do Castelo de Lisboa.
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3 April 2026, 5:10 am - More Episodes? Get the App