<p>Quantas Lisboas cabem numa cidade com quase 3 mil anos de História? Quantas cidades se escondem debaixo dos nossos pés, na forma de uma praça, no nome de uma rua? Este podcast vai à procura dessas cidades invisíveis, uma por episódio, com a ajuda de historiadores, arqueólogos, arquitetos e investigadores.</p> <p>Histórias de Lisboa é um podcast do jornalista da SIC, Miguel Franco de Andrade, com sonoplastia de Ana Salomé Rita e genérico de Nuno Rosa e Maria Antónia Mendes.</p> <p>Todas as quartas-feiras, a partir de dia 23 de outubro, na SIC Notícias, SIC e Expresso, assim como em todas as plataformas de podcast.</p>
No próximo episódio de Histórias de Lisboa vamos falar de uma ferida aberta no coração da cidade. A zona que hoje conhecemos como Martim Moniz sempre foi um espaço de fronteiras, entre o campo e a cidade, os de dentro e de fora, muçulmanos e cristãos, lisboetas e provincianos, rurais e urbanos, portugueses e estrangeiros.
Mas é também um dos símbolos de uma cidade aberta, cosmopolita que o descaso, os experimentalismos urbanos e as modas ideológicas, ao longo d os séculos, tendem a manter eternamente à espera de uma solução…
Não perca, a dia 6 março, os segredos do Martim Moniz, no próximo episódio histórias de Lisboa.
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Segundo alguns investigadores, as inundações de 1967 de Lisboa foram a pior tragédia que se abateu na região da capital desde o terramoto de 1755. As previsões meteorológicas para aquele sábado de 25 de novembro de 1967 nem eram das mais gravosas, num outono considerado, até ali, pouco chuvoso. Mas, por uma conjunção de fatores climatéricos, em apenas 5 horas, choveu o equivalente a dois meses.
Neste episódio de ‘Histórias de Lisboa’, o jornalista Miguel Franco de Andrade conversa com o geógrafo Francisco da Silva Costa sobre as inundações que poderão ter mudado o curso da História, as cheias de 1967.
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Esta sexta-feira, dia em que deveriam começar verdadeiramente os festejos de Carnaval, continuamos no país sob o signo das consequências do mau tempo e por isso achámos que, nas histórias de Lisboa, faria todo o sentido dedicar um episódio às cheias de 1967. Um acontecimento que continua desconhecido de muitos, mas que provocou centenas de vítimas.
Não perca, na próxima semana, o novo episódio do podcast 'Histórias de Lisboa' sobre uma catástrofe que ainda hoje continua a devastar a cidade e o país. Disponível a partir de 20 de fevereiro em todas as aplicações de podcasts e nos sites do Expresso, da SIC e da SIC Notícias.
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Desordem ou tradição? Paganismo ou religião? Autoridade ou subversão? Alvo de repressão e proibições, o velho entrudo e carnaval lisboeta conseguia realizar a proeza de, pelo menos uma vez por ano, misturar povo e elites numa folia que, por vezes, podia assumir contornos de violência. Até que ideias de progresso e de civilização no século XIX contribuíram para tornar as celebrações carnavalescas cada vez mais “civilizadas”.
Neste episódio de ‘Histórias de Lisboa’, o jornalista Miguel Franco de Andrade conversa com a investigadora Paula Magalhães sobre o velho carnaval lisboeta.
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Havia dois carnavais. O do velho entrudo lisboeta, com arremessos de ovos, tremoços, farinha, baldes de água e todo o tipo de tropelias em verdadeiras batalhas campais no Chiado e os disciplinados desfiles de Carnaval, com confettis, serpentinas e hora marcada, e carros enfeitados de flores a descer a avenida. Entre eles, vai uma distância entre dois mundos.
No próximo episódio de 'Histórias de Lisboa', vamos perceber o que os separa. Disponível a partir de 6 de fevereiro.
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No dia 26 de janeiro de 1531, entre as 4 e as 5 da manhã, a terra tremeu em Lisboa. Segundo contam os relatos da época, um raio rasgou os céus e ouviu-se um enorme trovão. Por toda a cidade abriram-se fendas e derrubaram-se edifícios. No final do dia, terão morrido milhares de pessoas.
Neste episódio de ‘Histórias de Lisboa’, o jornalista Miguel Franco de Andrade conversa com o geofísico Miguel Miranda sobre um dos sismos mais desconhecidos de Lisboa, o terramoto de 26 de janeiro de 1531.
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Tal como no terramoto de 1755, também há 495 anos um tsunami terá varrido o rio Tejo.
Entre as testemunhas do cataclismo estiveram nomes como os de Garcia de Resende ou Gil Vicente, o pai do teatro português, que terá até participado no debate sobre as causas do terramoto de 1531. A não perder, a partir do dia 23 de janeiro, no próximo episódio de Histórias de Lisboa.
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No arranque de mais um novo ano, vamos fazer uma viagem ao passado e percorrer as ruas da Baixa Lisboeta antes do terramoto de 1755, antes da reconstrução pombalina ter transformado o labirinto de becos, ruelas e travessas nas vias regulares e ortogonais que hoje conhecemos.
Algumas destas ruas ainda preservam a memória de atuais ou antigas profissões, artes e ofícios: dos sapateiros aos correeiros, passando pelos douradores, fanqueiros e o trabalho dos ourives com os metais nobres do ouro e da prata.
Neste episódio de ‘Histórias de Lisboa’, o jornalista Miguel Franco de Andrade conversa com a historiadora Delminda Rijo, especialista em demografia histórica, sobre as profissões desaparecidas da antiga Baixa lisboeta.
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As obras para uma cave num restaurante, em 1953, puseram a descoberto uma escadaria monumental, mas foi a construção da estação de Metro do Rossio que viria a revelar, uns anos mais tarde, o que restava do maior hospital de Lisboa. O mítico edifício, começado a construir no século XV, recebia os doentes no Banco das Urinas e depois distribuía-os por diferentes alas: homens, mulheres, alienados, sifilíticos, etc.
Este foi o segundo episódio do podcast mais ouvido em 2025, recorde aqui a história do Hospital Real de Todos os Santos com o historiador e arqueólogo Carlos Boavida.
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Entre a Estrela e Santos, bem debaixo dos pés dos lisboetas, os operários do metro estiveram a revolver o subsolo da capital, para criar uma expansão da rede do metro através de uma linha circular. As obras para as novas estações forneceram materiais e muita informação sobre o passado, numa zona tão central da cidade.
“Ao escavarmos o túnel da futura linha circular do metro, descobrimos um convento cortado ao meio”, conta o arqueólogo Fernando Real ao jornalista Miguel Franco de Andrade neste episódio de ‘Histórias de Lisboa’. Este foi o mais ouvido do podcast em 2025, recorde aqui a história sobre as descobertas das obras do metro de Lisboa
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À semelhança de outros países católicos do sul da Europa, em Portugal, até à segunda metade do século XIX , existia o sistema da roda. Um mecanismo rotativo de madeira colocado numa porta ou janela discreta, por norma, de um hospital ou de uma casa religiosa. Ao rodar, uma sineta tocava para alertar para a chegada de uma nova criança, abandonada de forma anónima.
Por todo o país existiram rodas. Em Lisboa, foi a Santa Casa da Misericórdia que recebeu a esmagadora maioria dos abandonados – os expostos, como eram chamados. História de superação e de dificuldades económicas que levaram, por exemplo, à criação da lotaria nacional como forma de suprir as necessidades da instituição. ainda hoje uma poderosa metáfora do jogo de sorte e de azar que marcou a vida de muitos dos nossos antepassados.
Neste episódio de ‘Histórias de Lisboa’, o jornalista Miguel Franco de Andrade conversa com a investigadora Joana Vieira Paulino sobre os Meninos e as Meninas da Roda.
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