Todas as semanas a Mariana Alvim entrevista pessoas enquanto leitores. Ficamos a saber que livros recomendam e onde as suas vidas se cruzaram com algumas histórias. Vamos da ficção para a realidade e acabamos com aquela sugestão de leitura que... Vale a pena.
A Mia Tomé é uma artista da voz, também atriz e cantora. E acrescento: que “miúda” gira. Adorei esta conversa, que fica connosco e influencia em bom. Oiçam. Vale mesmo a pena.
Os livros que escolheu:
O Conto da Ilha Desconhecida, José Saramago;
100 songs, Bob Dylan;
Viver nas Ruínas do Capitalismo, Anna Lowenhaupt Tsing;
Frankenstein, Mary Shelly.
Outras referências:
As Pequenas Memórias, Saramago;
Herbarium, Emily Dickinson.
O álbum que lançou: Há um Herbarium no Deserto.
O poema de Bob Dylan que a Mia leu:
“Simple Twist of Fate”, do álbum Blood on Tracks.
O que ofereci:
Eu Canto e a Montanha Dança, Irene Sola.
Os livros aqui: www.wook.pt
“Não é que sejam favoritos, são livros que marcaram fases da minha vida.” Que livros são esses, e em que fases? O Filipe foi um convidado generoso: leva-nos da ficção à realidade, do passado ao presente. Mais uma conversa que vale a pena.
Os livros que o actor escolheu:
Os Maias, Eça de Queiroz;
Bruce Chatwin (biografia), Nicholas Shakespeare;
Trilogia A Preparação do Actor, Konstantin Stanislavski;
Sair da Nossa Impotência Política, Geoffroy de Lagasnerie.
Outras referências:
Cândido, Voltaire;
O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde;
Na Patagónia, Bruce Chatwin;
Songs my Mother Taught Me, Marlon Brando;
Peças de teatro:
Harold Pinter;
Tchechov;
Colecção Livrinhos de teatro da Companhia Artistas Unidos.
Edouard Louis.
Livro (e filme) referido:
The dancer upstairs (O Dançarino), Nicholas Shakespeare.
O que ofereci:
O Sr. Wilder e Eu, Jonathan Coe.
Podcast: “E tua semana, como correu?”;
A peça que estreia no Verão 2026: The Swimming Pool Party.
Os livros aqui:
Escritora, jornalista e editora de não ficção. Que mulher interessante e doce. Preparem as notas, vêm aí mais leituras que valem a pena.
Os livros que a Marta escolheu:
Liberdade, Jonathan Franzen;
Lucy à beira-mar, Elizabeth Strout;
Pátria, Fernando Aramburu;
Lisboa, Luanda, Paraíso, Djaimilia Pereira de Almeida.
Os livros que escreveu:
Madrinhas de Guerra;
Cartas de Amor e de Dor;
Retornados – E a vida nunca mais foi a mesma;
África (para sempre) Minha.
Outras referências:
Os Interessantes, Meg Wolitzer
Outros da Elisabeth Strout:
O meu nome é Lucy Barton; Tudo é Possível; Oh William.
Caderno Proibido, Alba de Céspedes.
Recomendei:
Conta-me Tudo, Elisabeth Strout;
Somos o Esquecimento que Seremos, Hector Abad Faciolince;
Cicatrizes, Dino D’Santiago.
O que ofereci:
Mudar de Ideias, Aixa de la Cruz.
Frase do Álvaro Laborinho Lúcio que a Marta leu:
“Ninguém nasce de uma vez, nascemos aos poucos pelo tempo fora. Vamo-nos juntando à medida que nascemos, vamo-nos desconjuntando à medida que vivemos e nunca chegamos a estar inteiros.”
Os livros aqui:
Ken Follett é um fenómeno global, com mais de 195 milhões de livros vendidos, conhecido pelos seus épicos de ficção histórica e pela capacidade de transformar grandes acontecimentos em narrativas com tensão e humanidade. Uma referência incontornável na literatura contemporânea. E o que lê um dos autores mais populares do mundo? Fica o convite para ouvirem esta conversa.
Alguns dos livros que gostou muito:
O Dia do Chacal (The Day of the Jackal), Frederick Forsyth;
O Espião que Saiu do Frio (The Spy Who Came in from the Cold), John le Carré;
As Vinhas da Ira (The Grapes of Wrath), John Steinbeck;
Duna (Dune), Frank Herbert.
Outra recomendação:
Os meus amigos, Frederick Backman.
O mais recente que escreveu:
O Círculo dos Dias (Circle of Days).
O que recomendei:
Na Sombra do teu Nome (By Any Other Name), Jodi Picoult;
Uma Pequena Morte em Lisboa (A Small Death in Lisbon), Robert Wilson;
Ensaio sobre a Cegueira (Blindness), José Saramago.
Os livros aqui:
Não conhecia a “Luisinha”, modelo e gestora, e muito menos como leitora, e que boa surpresa que foi. Conversa honesta, de coração aberto e vulnerabilidades e racionalidades em cima da mesa.
Os livros que a Luísa escolheu:
O segredo do meu marido, Liane Moriarty;
Manifest, Roxie Nafousi - 7 passos para criares a vida que queres
A trilogia “A criada”, Freida McFadden
O Poder do Agora, Eckhart Tolle;
Verity, Colleen Hoover
O nome do “journal” que criou:
Querido/Dear Well Being Journal (em português e inglês).
O que recomendei:
Liane Moriarty:
Pequenas Grandes Mentiras;
Dez anos depois.
Impostora, R.F. Kuang;
A Impostora, Elizabeth Day
Os podcasts que referi da Elizabeth Day:
How to fail;
Best Friend Therapy.
O que ofereci:
Ele e ela, Alice Feeney.
Os livros aqui:
“Uma das vozes mais emblemáticas da rádio portuguesa e uma figura incontornável da comunicação no nosso país.” E acrescento: uma simpatia de um convidado, super leitor, interessado e interessante. Mais uma conversa que vale a pena.
As escolhas do António:
Da Parte da Princesa Morta, Kenisé Mourad;
Os Cisnes Selvagens, Jung Chang;
O Último Comboio de Hiroxima, Charles Pellegrino;
O Físico, Noah Gordon.
Outras referências:
O que estava a ler no dia da entrevista:
Filipe II de Espanha, 1º de Portugal, Henry Kamen;
A Causa das Coisas, Miguel Esteves Cardoso;
Paula, Isabel Allende.
Outras recomendações:
Jorge Amado:
A Trilogia Os Subterrâneos da Liberdade:
Os Ásperos Tempos;
Agonia da Noite,
A Luz no Túnel.
Haruki Murakami;
António Lobo Antunes.
Recomendei:
A Tatuadora de Jaipur, Alka Joshi;
Svetlana Alexievich:
Vozes de Cherbobyl;
A Guerra não tem Rosto de Mulher;
O Homem Soviético.
O que ofereci:
Voai, Cisnes Selvagens, Jung Chang.
Os livros aqui:
A Ana dos Deolinda”, que canta a música de intervenção “Parva que eu sou”. A Ana do jazz, do blues, de discos que foram ouro e platina, dos tributos que fez. Mas agora: quem conhece a Ana leitora? Nesta conversa generosa abriu o coração e partilhou leituras e crenças. Valeu a pena.
Os livros que a Ana escolheu:
Fábrica de Criadas, Afonso Cruz;
A Peste, Albert Camus;
Crime e Castigo, Dostoyevsky;
Mataram a Cotovia, Harper Lee.
Outras referências:
As Estradas São Para Ir, Márcia.
Músicas referidas:
Escrita pelo Afonso Cruz: Respirar;
Strange Fruit, versão da Nina Simone.
O que ofereci:
Batida Só, Giovana Madalosso.
Os livros aqui:
Esta escritora norte-americana publicou 29 livros, vendeu mais de 40 milhões de exemplares e está traduzida em mais de 30 línguas. E o que lê esta autora de sucesso?
Livros que adorou:
Quociente de Felicidade (Happiness Falls), Angie Kim;
Amanhã a Esta Hora (This Time Tomorrow), Emma Straub;
Uma História Fora de Tempo (Faye, Faraway), Helen Fisher;
Isola, Allegra Goodman (Reese’s Whitherspoon book Club);
E Tudo o Vento Levou (Gone With The Wind), Margaret Mitchell;
A Vida Invisível de Addie Larue, V. E. Schwab.
O último que escreveu e já está em Portugal:
Na Sombra do teu nome (By Any Other Name).
Os que recomendei:
Lições de Química, Bonnie Garmus;
Uma Educação, Tara Westover;
A Mulher do Viajante no Tempo, Audrey Niffenegger;
Hamnet, Maggie O’Farrell;
A Educação de Eleanor, Gail Honeyman;
The Heart’s Invisible Furies, John Boyne.
A adaptação em que está a trabalhar: Austin Land.
Os livros aqui:
José. Luís. Peixoto. O leitor por trás do escritor, que tanto partilhou nesta óptima conversa. Vale. A. Pena.
Os livros que o Zé Luís escolheu:
Uma história enternecedora de assombroso génio, Dave Eggers;
A sétima função da linguagem, Laurent Binet;
A visita do brutamontes, Jennifer Egan;
O adversário, Emanuel Carrére.
Outras referências:
The Names, Florence Knapp;
Freakonomics, Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner;
A Revista do Dave Eggers: McSweeney’s;
A Casa dos Doces, Jennifer Egan;
O que Podemos Saber, Ian McEwan;
O Fardo do Amor, Ian McEwan.
O que ofereci:
O Imperador da Alegria, Ocean Vuong;
A Casa das Portas, Tan Twan Eng;
A Nossa Hora, Hector Abad Faciolince;
Os Filhos do Pó, Nguyen Phan Que Mai.
Os livros aqui:
Já a ouviram na rádio ou terão visto na televisão, a Ana Daniela Soares entrevista autores, fala de livros, de viagens, de animais. E neste episódio fala em algumas leituras favoritas e dá a conhecer uma faceta menos conhecida. Bem-vindos a esta viagem, onde a Ana nos transporta com as suas histórias.
Os livros que a jornalista escolheu:
Oceano, o Último Reduto Selvagem, David Attenborough;
Leviatã, Philip Hoare;
Na Patagónia, Bruce Chatwin;
Amazónia, Viagem por uma ferida aberta no Planeta, Manuel Carvalho;
Outras referências:
Margaret Atwood:
Book of lives;
Trilogia MaddAddam:
Órix e Crex;
O Ano do Dilúvio;
MaddAddam.
A Selva, Ferreira de Castro.
O documentário que referiu:
10’000 Kms de regresso ao Japão (RTP).
O que ofereci:
Observar, Desmond Morris.
Os livros aqui:
Hoje recebemos o artista Dino D’Santiago — mas também o Claudino. Ao ouvirem, vão perceber o que quero dizer. Que boa viagem vai ser: estão convidados. Vale a pena.
Os livros que o Dino escolheu:
Quarto de Despejo, Carolina Maria de Jesus;
O Avesso da Pele, Jeferson Tenório;
Dentro da Loja Mágica, James Doty;
A Máquina de Fazer Espanhóis, Valter Hugo Mãe.
O que escreveu:
Cicatrizes
O que referi:
Indomável, Glennon Doyle.
O que ofereci:
James, Percival Everett.
Os livros aqui: