O podcast com grandes reportagens do UOL. A primeira temporada, “A Vida Secreta de Jair”, mostra como o escândalo da movimentação atípica do policial Fabrício Queiroz tornou público os 30 anos de indícios da prática de rachadinha em toda a família...
A polilaminina não explodiu por acaso. O medicamento que promete devolver movimento a pacientes com lesão na medula viralizou desde 2025 por uma combinação de idealismo acadêmico, estratégia de marketing empresarial e priorização regulatória impulsionada pelo governo Lula (PT).
Durante um mês, o UOL conversou com 22 pessoas com conhecimento do tema para reconstituir como o laboratório responsável pela fabricação da molécula, perfis virais e a gestão petista impulsionaram a "febre" da polilaminina. O produto não tem segurança e eficácia comprovadas até o momento.
É sobre essa ascensão meteórica que José Roberto Toledo conversa com a repórter Julia Affonso no novo episódio do podcast UOL Prime.
Quando agentes da Polícia Federal chegaram à mansão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, encontraram um advogado já postado no portão. Em outras ações da mesma operação, policiais encontraram cômodos vazios, uma criança de seis meses deixada com a babá e um cachorro abandonado na casa.
São indícios de vazamento da segunda fase da operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master, Daniel Vorcaro e outras dezenas de pessoas. É sobre essa sequência de sinais de vazamento que José Roberto Toledo conversa com os colunistas Natália Portinari e Fabio Serapião no novo episódio do podcast UOL Prime.
A disputa pelas 54 vagas no Senado em 2026 receberá atenção especial de bolsonaristas e lulistas.
O campo conservador tem o objetivo declarado de formar maioria no Senado para pautar pedidos de impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), ideia que é combatida pelos governistas.
Um levantamento do repórter do UOL Tiago Mali em parceria com Marina Giannini mostra, no entanto, que muitos dos que exercem o cargo de senador não receberam, a rigor, nenhum voto direto.
A reportagem revela que, nos últimos oito anos, 51 suplentes tomaram posse no Senado. Isso significa que a maioria das 81 cadeiras da Casa passou por alguma substituição no período, seja por anos ou poucos meses. A última Lei Orçamentária estabelece que cada senador tem a prerrogativa de destinar anualmente R$ 74 milhões em emendas parlamentares. Os substitutos do ciclo iniciado em 2019 destinaram R$ 1,7 bilhão em emendas.
É sobre esse tema que Toledo conversa com Mali no novo episódio do podcast UOL Prime.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou na terça-feira ao Senado a indicação do titular da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF).
A formalização do nome de Messias para suceder o ministro aposentado Luís Roberto Barroso acontece mais de quatro meses depois de Lula ter anunciado a escolha, em novembro de 2025.
A indicação foi adiada devido à resistência do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), o que gera risco de a Casa rejeitar o nome de Messias. Alcolumbre apostava no aliado Rodrigo Pacheco para ocupar a vaga de Barroso.
Messias, contudo, conta com o apoio de um aliado improvável que pode ser decisivo na conquista da cadeira no STF: o do ministro André Mendonça, indicado à Corte por Jair Bolsonaro. É sobre essa aliança que as colunistas do UOL Carla Araújo e Thais Bilenky conversam com o apresentador José Roberto de Toledo no novo episódio do podcast UOL Prime.
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Investigação conduzida pela repórter Camila Brandalise e pelo colunista do UOL Pedro Lopes revela como Fábio Adamo, 45, utilizava seu trânsito no futebol para atrair vítimas. O acusado aproveitava o parentesco com o ex-coordenador da seleção brasileira Edu Gaspar e fotos com estrelas como Neymar para conquistar a confiança de jovens atletas.
Os jornalistas falam dos bastidores da reportagem no novo episódio do podcast UOL Prime, apresentado por José Roberto de Toledo.
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Um levantamento inédito do repórter Tiago Mali cruzou os projetos de lei apresentados por deputados e senadores com as empresas nas quais eles próprios, seus familiares e sócios têm interesse.
O resultado é revelador: 320 dos cerca de 600 congressistas em exercício — mais da metade — figuram no quadro societário de pelo menos uma empresa, e não faltam exemplos de proposições legislativas que beneficiam diretamente esses negócios.
É sobre esse padrão de conflito de interesses no Congresso Nacional que José Roberto de Toledo conversa com o repórter e colunista Tiago Mali no novo episódio do podcast UOL Prime.
Em julho de 2020, o Congresso aprovou o Marco do Saneamento Básico (Lei nº 14.026/2020), que estabeleceu metas de universalização de água potável e expansão da rede de esgoto para 90% dos municípios até 2033.
Uma das principais entregas do governo Bolsonaro na área da infraestrutura, a lei fomentou a concorrência e a regionalização dos serviços. O setor, que era dominado por empresas estatais até então, ofereceu fortes atrativos para a entrada da iniciativa privada.
No mesmo ano, a Aegea, empresa de saneamento considerada um exemplo de expansão agressiva sobre as concessões de água e esgoto no país, procurou o Ministério Público para revelar ter promovido um esquema de corrupção que movimentou pelo menos R$ 63 milhões entre 2010 e 2018.
Executivos e colaboradores ligados à empresa admitiram o pagamento de propinas a agentes públicos em pelo menos seis estados e 20 municípios para obter ou manter concessões de água e esgoto, segundo documentos e anexos de uma delação premiada homologada pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) em 2025, ainda sob sigilo, aos quais o UOL teve acesso.
A Aegea saltou de seis municípios atendidos em 2010 para 126 cidades em 2021, em 12 estados, atendendo mais de 11 milhões de pessoas.
Neste episódio do podcast UOL Prime, o colunista do UOL Graciliano Rocha revela detalhes do esquema de corrupção promovido pela Aegea e conta para o apresentador José Roberto de Toledo sobre como a decisão pela delação premiada estava conectada à mudança estrutural nos serviços de saneamento. A apuração foi feita com o repórter Eduardo Militão.
A Polícia Federal estima que pouco mais de 3.500 brasileiros foram deportados dos Estados Unidos no segundo mandato de Donald Trump.
Embora não existam dados oficiais de quantos deles foram separados de suas famílias, uma pesquisa do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania mostra que quase 70% deixaram ao menos um familiar para trás, o que implicaria mais de 2.000 famílias brasileiras divididas à força pelo governo norte-americano.
A repórter e colunista do UOL em Washington Mariana Sanches mapeou seis dessas famílias e entrevistou três delas. Neste episódio do podcast UOL Prime, Mariana conta ao apresentador José Roberto de Toledo sobre as dificuldades vividas pelos brasileiros separados à força. Também detalha o funcionamento da nova versão da política de fragmentação de famílias que marcou a primeira gestão de Donald Trump, entre 2017 e 2021. No primeiro mandato, mais de 5.000 mil crianças foram separadas de seus pais logo após atravessarem a fronteira entre México e EUA.
Na Assembleia Legislativa de Roraima, diversos funcionários têm formações muito distintas daquelas necessárias aos cargos que ocupam. A Casa abriga, em funções de confiança, designer de sobrancelhas, pastores evangélicos, dentista, cabeleireira e até um árbitro de futebol vinculado à CBF (Confederação Brasileira de Futebol).
Os cargos comissionados não exigem concurso público, mas de indicação. Neste episódio do podcast UOL Prime, a repórter Julia Affonso detalha ao apresentador José Roberto de Toledo os bastidores da investigação que revelou que a Assembleia de Roraima tem uma das taxas mais altas para este tipo de vaga no Brasil.
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No terceiro mandato de Lula, a prática de pagar “salários paralelos” por meio de participação em conselhos permite que ministros e secretários recebam valores que, somados aos vencimentos, superam o teto constitucional do funcionalismo público.
Um levantamento do repórter Tiago Mali aponta que pelo menos 13 ministros e centenas de outros funcionários da alta administração ocupam essas vagas, muitas vezes em meio a uma baixa transparência sobre os valores reais recebidos.
É sobre o funcionamento e o impacto dessas indicações políticas em empresas que José Roberto de Toledo conversa com o repórter e colunista Tiago Mali no novo episódio do podcast UOL Prime.
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Marketing agressivo de “oportunidade de investimento imobiliário” num modelo que escapa à fiscalização da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Oferta de imóveis sem memorial de incorporação imobiliária, documento público obrigatório que deve ser registrado antes do início da venda de unidades.Dribles na política habitacional com studios de cerca de 20 m2 com “áreas instagramáveis” voltados para Airbnb.
Neste episódio do podcast UOL Prime, as repórteres Adriana Ferraz e Juliana Sayuri detalham a José Roberto de Toledo os bastidores de uma investigação sobre os truques de construtoras que acabaram se tornando alvo de ações, inquéritos e até CPI. Entre elas, a incorporadora Vitacon e a startup Housi, do empresário Alexandre Frankel.
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