<p>Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, recebe convidadas para conversas abertas sobre assuntos atuais do universo feminino: saúde mental, autocuidado, carreira, autoestima, novas curas, relacionamentos e outros. Bom Dia, Obvious, o que você vai fazer pela sua felicidade hoje?</p>
O fim de uma relação não apaga o amor que existiu.
Neste episódio de Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli conversa com a escritora e psicóloga Geni Núñez sobre términos e a romantização de desfechos ideais. Temas como o direito de mudar de ideia, o peso da culpa nos relacionamentos, e a dificuldade de aceitar o inacabado aparecem nessa conversa sensível e direta. Um convite a reconhecer que algo pode ter sido verdadeiro, mesmo quando acaba.
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Geni Núñez no Instagram @genipapos
Livros de Geni Núñez: AQUI
Podcast sobre o Carandiru citado por Marcela Ceribelli: AQUI
O que acontece quando a gente para de esperar estar pronta para começar?
Neste episódio de Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli conversa, à convite do Santander, com Paola Antonini sobre começos imperfeitos, coragem para começar com o que se tem, em um mundo de perfeições idealizadas.
A conversa passa por temas como medos, insegurança, ansiedade e a beleza dos recomeços, propondo um olhar mais acolhedor sobre a vida que se tem hoje. O Santander apoia os seus começos com soluções simples para o dia a dia. Saiba mais clicando aqui #Publicidade
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Instagram do Paola Antonini: AQUI
A solidão na intimidade pode ser entendida como um sintoma do nosso tempo. Neste episódio do Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli conversa com o psicólogo e escritor Alexandre Coimbra Amaral sobre afetos, solitude, vínculos emocionais e relacionamentos contemporâneos.
A partir da ideia de que vivemos em um contexto de relações aceleradas e atenção fragmentada, a conversa passa por temas como sexo, casamento, falta de conexão, o valor da amizade, desamparo e carga emocional.
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Livro do Alexandre Coimbra Amaral: AQUI
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E quando a vida que a gente sonhou deixa de fazer sentido?
Neste episódio do Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli conversa com a jornalista e escritora Luanda Vieira sobre o que acontece quando tudo que lutamos para construir começa a se afastar da gente.
A convidada, que acaba de lançar o livro Nada é definitivo: toda mudança requer coragem, revisita a própria trajetória para elaborar experiências e refletir sobre esgotamento, medos e mudanças.
A conversa passa por temas como burnout, obediência feminina, sucesso, sintomas de adoecimento, tokenismo, racismo, amor-próprio e amizade feminina.
Um episódio sobre a coragem de viver novos sonhos.
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Livro da Luanda Vieira: AQUI
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Em um mundo hiperconectado, sustentar o foco virou um desafio. As redes sociais criaram a sensação de que tudo é previsível, instagramável e, de certa forma, controlado.
Nesse processo, a gente acaba se afastando do imponderável. Estar aberto a ele é aceitar que algo pode surgir no meio do caminho: uma informação inesperada, um convite de última hora ou até uma opinião capaz de mudar a nossa perspectiva.
E o que acontece quando a gente abre espaço para o inesperado?
Para aprofundar esse tema, @marcelaceribelli conversa com Lilian Farrish (@lilianfarrish), em mais um episódio do Bom Dia, Obvious a convite de Heineken. A Heineken propõe um olhar para o que existe fora dos algoritmos e das nossas certezas, incentivando maneiras mais criativas e despretensiosas de viver, sobretudo no offline.
Ouça agora o novo episódio do Bom Dia, Obvious na sua plataforma favorita. #publicidade
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Produzido por Zamunda Studio.
Referências citadas:
Livros Virginia Woolf: AQUI
Álbum Lemonade : AQUI
Laura Mello de Mattos: AQUI
Jean-Michel Basquiat: AQUI
Instagram da Lilian Farrish: AQUI
Eu ia fazer este episódio sobre mudança de rota. Sobre aquele momento em que a vida pede uma curva e a gente insiste em seguir em linha reta só porque já informou aos outros que era por ali. Mas no meio do caminho eu mudei de ideia. E essa mudança de ideia acabou me parecendo o próprio centro do episódio. Porque mudar de ideia, para uma mulher, raramente é tratado como um gesto simples. Às vezes é lido como falha de caráter. Às vezes como ingratidão. Às vezes como instabilidade. Às vezes como manipulação. E, em certos contextos, mudar de ideia ainda pode ser entendido como provocação, afronta ou fraude. A mulher que muda de ideia no trabalho é vista como difícil. A mulher que muda de ideia numa relação é vista como cruel. A mulher que muda de ideia no sexo ainda corre o risco de ser tratada como mentirosa. Como se o problema não fosse a incapacidade do outro de lidar com um limite, mas a audácia dela de estabelecê-lo. Essa é uma das ficções mais persistentes da cultura patriarcal: a ideia de que o desejo masculino tem uma espécie de precedência natural, e que o desejo feminino existe mais como resposta do que como soberania.
Eu sou a Marcela Ceribelli. Esse é o segundo episódio de Fissuras, um novo quadro do Bom Dia, Obvious em que eu pego aquilo que me persegue — um livro, uma música, uma cena, uma notícia — e tento transformar em linguagem antes que vire sintoma. A fissura de hoje é esta: se meninas continuam aprendendo desde cedo a se proteger dos homens, o que exatamente os meninos estão aprendendo sobre as mulheres?
Espero que as minhas fissuras se deem bem com as suas.
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Assista “Juntas & Separadas”, a nova série original do Globoplay: https://globoplay.globo.com/juntas-separadas/t/bcp9DcpNfq/
A nova série original do Globoplay fala sobre recomeços. De autoria de Thalita Rebouças, a história acompanha quatro mulheres que se tornam grandes amigas enquanto se apoiam para encarar a vida depois do divórcio, vivendo as dores e as delícias da separação.
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Referências:
Livros da Virginie Despentes: AQUI
Livros de Miranda July: AQUI
Veja também a pesquisa feita para o Dia Internacional da Mulher: AQUI
Bom dia, Obvious. O episódio de hoje debate temas delicados sobre traumas femininos e casos de abuso. Caso um desses temas tenha um impacto negativo para você, sugerimos que, em vez de escutar o episódio dessa semana, revisite um dos nossos episódios anteriores. E, para quem for continuar nessa conversa, seja bem-vinda. Marcela Ceribelli conversou com Mayara Machado sobre o papel da mulher no mundo e sobre como abandonar crenças sexistas que invadiram nosso crescimento.
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A minha definição favorita de autoestima não caberia estampada em uma garrafa à venda na boca do caixa. Muito menos serviria como slogan de campanha sobre as mulheres se aceitarem exatamente como são. O jeito que falamos sobre autoestima diminuiu o tamanho do problema. Vem de play?
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Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou
Hábitos são a forma como a gente incorpora uma identidade. Cada ação é um voto para o tipo de pessoa que você deseja se tornar. Em vez de perguntar: o que eu quero alcançar, pergunte: quem eu quero ser.
Quer ouvir mais sobre hábitos? Vem de play em mais um episódio do Bom Dia, Obvious.
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Referências:
Livro A fonte oculta: uma jornada até a origem da Consciência, Mark Solms
O que é Fato Social, Émile DURKHEIM
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Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou
Eu conversei nos primórdios do programa Bom Dia, Obvious com a Manu Gavassi sobre fossa. Tudo isso, para lembrar que caso você esteja numa fossa agora, tudo passa.
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Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou
São quatro da manhã e meu corpo obedece à chamada da minha mente como um médico atende uma chamada de emergência. Levanto para ir ao banheiro, me enganando a ponto de acreditar que estou desperta apenas por necessidades fisiológicas. Evito acender a luz para que o corpo não ache que é dia, esquecendo que é minha mente que está no comando e, para ela, está na hora de despertar e ruminar.
Deito a cabeça, tento encontrar algum conforto e tudo que encontro são pensamentos repetitivos:
Por que eu aceitei? Por que eu não disse como aquilo me fazia sentir? Como essa pessoa teve coragem de me perguntar isso? Como vou lidar com a culpa das consequências de ter dito sim enquanto eu queria dizer não?
A culpa é um estado feito para oprimir, pra nos manter sob controle. E eu me sinto totalmente controlada.
Eu sou a Marcela Ceribelli. Esse é o primeiro episódio de Fissuras, um novo quadro do Bom Dia, Obvious em que eu pego aquilo que me persegue — um livro, uma música, uma cena — e tento transformar em linguagem antes que vire sintoma. A fissura de hoje é: seria a ruminação o custo corporal dos nossos consentimentos vazios?
Espero que as minhas fissuras se deem bem com as suas.
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