<p>Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, recebe convidadas para conversas abertas sobre assuntos atuais do universo feminino: saúde mental, autocuidado, carreira, autoestima, novas curas, relacionamentos e outros. Bom Dia, Obvious, o que você vai fazer pela sua felicidade hoje?</p>
E quando a vida que a gente sonhou deixa de fazer sentido?
Neste episódio do Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli conversa com a jornalista e escritora Luanda Vieira sobre o que acontece quando tudo que lutamos para construir começa a se afastar da gente.
A convidada, que acaba de lançar o livro Nada é definitivo: toda mudança requer coragem, revisita a própria trajetória para elaborar experiências e refletir sobre esgotamento, medos e mudanças.
A conversa passa por temas como burnout, obediência feminina, sucesso, sintomas de adoecimento, tokenismo, racismo, amor-próprio e amizade feminina.
Um episódio sobre a coragem de viver novos sonhos.
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Em um mundo hiperconectado, sustentar o foco virou um desafio. As redes sociais criaram a sensação de que tudo é previsível, instagramável e, de certa forma, controlado.
Nesse processo, a gente acaba se afastando do imponderável. Estar aberto a ele é aceitar que algo pode surgir no meio do caminho: uma informação inesperada, um convite de última hora ou até uma opinião capaz de mudar a nossa perspectiva.
E o que acontece quando a gente abre espaço para o inesperado?
Para aprofundar esse tema, @marcelaceribelli conversa com Lilian Farrish (@lilianfarrish), em mais um episódio do Bom Dia, Obvious a convite de Heineken. A Heineken propõe um olhar para o que existe fora dos algoritmos e das nossas certezas, incentivando maneiras mais criativas e despretensiosas de viver, sobretudo no offline.
Ouça agora o novo episódio do Bom Dia, Obvious na sua plataforma favorita. #publicidade
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Produzido por Zamunda Studio.
Referências citadas:
Livros Virginia Woolf: AQUI
Álbum Lemonade : AQUI
Laura Mello de Mattos: AQUI
Jean-Michel Basquiat: AQUI
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Eu ia fazer este episódio sobre mudança de rota. Sobre aquele momento em que a vida pede uma curva e a gente insiste em seguir em linha reta só porque já informou aos outros que era por ali. Mas no meio do caminho eu mudei de ideia. E essa mudança de ideia acabou me parecendo o próprio centro do episódio. Porque mudar de ideia, para uma mulher, raramente é tratado como um gesto simples. Às vezes é lido como falha de caráter. Às vezes como ingratidão. Às vezes como instabilidade. Às vezes como manipulação. E, em certos contextos, mudar de ideia ainda pode ser entendido como provocação, afronta ou fraude. A mulher que muda de ideia no trabalho é vista como difícil. A mulher que muda de ideia numa relação é vista como cruel. A mulher que muda de ideia no sexo ainda corre o risco de ser tratada como mentirosa. Como se o problema não fosse a incapacidade do outro de lidar com um limite, mas a audácia dela de estabelecê-lo. Essa é uma das ficções mais persistentes da cultura patriarcal: a ideia de que o desejo masculino tem uma espécie de precedência natural, e que o desejo feminino existe mais como resposta do que como soberania.
Eu sou a Marcela Ceribelli. Esse é o segundo episódio de Fissuras, um novo quadro do Bom Dia, Obvious em que eu pego aquilo que me persegue — um livro, uma música, uma cena, uma notícia — e tento transformar em linguagem antes que vire sintoma. A fissura de hoje é esta: se meninas continuam aprendendo desde cedo a se proteger dos homens, o que exatamente os meninos estão aprendendo sobre as mulheres?
Espero que as minhas fissuras se deem bem com as suas.
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Assista “Juntas & Separadas”, a nova série original do Globoplay: https://globoplay.globo.com/juntas-separadas/t/bcp9DcpNfq/
A nova série original do Globoplay fala sobre recomeços. De autoria de Thalita Rebouças, a história acompanha quatro mulheres que se tornam grandes amigas enquanto se apoiam para encarar a vida depois do divórcio, vivendo as dores e as delícias da separação.
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Referências:
Livros da Virginie Despentes: AQUI
Livros de Miranda July: AQUI
Veja também a pesquisa feita para o Dia Internacional da Mulher: AQUI
Bom dia, Obvious. O episódio de hoje debate temas delicados sobre traumas femininos e casos de abuso. Caso um desses temas tenha um impacto negativo para você, sugerimos que, em vez de escutar o episódio dessa semana, revisite um dos nossos episódios anteriores. E, para quem for continuar nessa conversa, seja bem-vinda. Marcela Ceribelli conversou com Mayara Machado sobre o papel da mulher no mundo e sobre como abandonar crenças sexistas que invadiram nosso crescimento.
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A minha definição favorita de autoestima não caberia estampada em uma garrafa à venda na boca do caixa. Muito menos serviria como slogan de campanha sobre as mulheres se aceitarem exatamente como são. O jeito que falamos sobre autoestima diminuiu o tamanho do problema. Vem de play?
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Hábitos são a forma como a gente incorpora uma identidade. Cada ação é um voto para o tipo de pessoa que você deseja se tornar. Em vez de perguntar: o que eu quero alcançar, pergunte: quem eu quero ser.
Quer ouvir mais sobre hábitos? Vem de play em mais um episódio do Bom Dia, Obvious.
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Referências:
Livro A fonte oculta: uma jornada até a origem da Consciência, Mark Solms
O que é Fato Social, Émile DURKHEIM
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Eu conversei nos primórdios do programa Bom Dia, Obvious com a Manu Gavassi sobre fossa. Tudo isso, para lembrar que caso você esteja numa fossa agora, tudo passa.
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São quatro da manhã e meu corpo obedece à chamada da minha mente como um médico atende uma chamada de emergência. Levanto para ir ao banheiro, me enganando a ponto de acreditar que estou desperta apenas por necessidades fisiológicas. Evito acender a luz para que o corpo não ache que é dia, esquecendo que é minha mente que está no comando e, para ela, está na hora de despertar e ruminar.
Deito a cabeça, tento encontrar algum conforto e tudo que encontro são pensamentos repetitivos:
Por que eu aceitei? Por que eu não disse como aquilo me fazia sentir? Como essa pessoa teve coragem de me perguntar isso? Como vou lidar com a culpa das consequências de ter dito sim enquanto eu queria dizer não?
A culpa é um estado feito para oprimir, pra nos manter sob controle. E eu me sinto totalmente controlada.
Eu sou a Marcela Ceribelli. Esse é o primeiro episódio de Fissuras, um novo quadro do Bom Dia, Obvious em que eu pego aquilo que me persegue — um livro, uma música, uma cena — e tento transformar em linguagem antes que vire sintoma. A fissura de hoje é: seria a ruminação o custo corporal dos nossos consentimentos vazios?
Espero que as minhas fissuras se deem bem com as suas.
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Novo álbum da Lily Alen: West End Girl
Confiança é o que sustenta um vínculo quando a presença não pode ser constante, é o que impede que a relação vire um tribunal, é o que segura o encontro mesmo quando o mundo puxa pra suspeita, pra interpretação excessiva, pra pressa. E confiança também é uma forma de estrutura, ela aparece no combinado, na clareza do que foi dito, no jeito como a gente revisa, ajusta e segue, sem transformar cada desencontro em prova de falta de afeto.
A convite de Adobe Acrobat, recebo o sempre bem-vindo André Alves para essa conversa sobre confiança, intimidade, trabalho, redes sociais, relações, o impacto no corpo e no humor, esse desejo crescente de silêncio e as formas de sobreviver a um mundo que faz barulho o tempo todo.
Adobe Acrobat, aliado da produtividade e da colaboração , possui funcionalidades como: assistente de IA , proteção de dados sensíveis com senha e controle de permissões, assinatura digital com validade jurídica e rastreabilidade e atualização de conteúdos sem conversão de formato.
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Ao entrar em um supermercado ou farmácia qualquer, repare nas prateleiras: logo acima, ao fácil alcance de nossas mãos, estão os produtos mais desejados. Na mesma proporção de querer, a cada fileira abaixo estão aqueles que precisamos nos esforçar para alcançar. A minha convidada de hoje transformou a visão sobre os relacionamentos atuais usando essa analogia para a prateleira do amor. Se as mulheres são os produtos, quem são aquelas que ocupam os andares superiores? Não é difícil de acertar. Envolve padrão estético, machismo, etarismo e o que mais a sociedade usa de violência silenciosa para nos domar acreditando que devemos ser escolhidas - não escolher. Complementar a essa teoria, ela afirma que os homens aprendem a amar muitas coisas, as mulheres aprendem a amar os homens. Doeu aí? Doeu aqui também. Bom Dia, Obvious! Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, conversa com a Pesquisadora na área de Saúde Mental e Gênero e Professora no Departamento de Psicologia Clínica na Universidade de Brasília, Valeska Zanello.
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O luto vivido pelo que ainda está lá, por quem vive sob o mesmo teto, mas já não divide o mesmo campo emocional. Neste episódio do Bom Dia, Obvious especial Obvious no Divã, Ediane Ribeiro fala sobre sobre despedidas, "perda ambígua", dores e a arte para dar conta dos fins que deixam espaço entre a presença e a ausência.
Obvious no Divã é um evento gravado em novembro de 2025, no Teatro Bourbon Country, em Porto Alegre. Com participação de Bárbara Borges, Francinai Gomes, Fê Lopes e Ediane Ribeiro.
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