Meu nome é Natália Sousa, sou jornalista e escritora, mas a informação mais importante do meu currículo pessoal é que eu adoro chocolate e uma vida bem vividinha - dessas cheias de conquistas e desalinhos, de passos certos e tombos memoráveis, de escolhas redondinhas e erros inconfessáveis. Criei esse espaço para fazer na web uma mesa de bar, daquelas que a gente senta e sente que – por mais que pareça – nunca estamos só.
Eu ia precisar de alguns anos a mais para entender que muitas vezes a gente se apaixona por coisas e pessoas pela forma com que elas nos fazem sentir. E que isso não se perde, nem se rouba, nem quando a coisa ou pessoa vai embora, por que o que a gente sente é nosso. Mas naquele momento, eu achava que se eu levasse aquele pedacinho daquele lugar, eu ia ter ele comigo.
O que eu não sabia é que, minutos depois, algo ia acontecer, fazendo com que uma voz dentro de mim dissesse: "você vai precisar decidir entre seguir ou carregar isso. As duas coisas não dá, Natália.” E sem saber naquela época, essa foi a primeira lição sobre apego que eu tive. Te conto tudo nesse episódio.
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Há duas coisas fundamentais que eu aprendi com a vida. A primeira delas é que, às vezes, não há nada que possa ser feito. Tem coisas que são incontornáveis, irremediáveis. E nenhuma barganha dá conta de mudar isso. E cabe a gente aceitar.
Mas há uma outra coisa que eu aprendi sobre a vida. É que, às vezes, há um jeito. Há uma outra forma. É quando a vida deixa de ser um labirinto com saídas marcadas e sem espaço para novos caminhos, e vira mar. A gente olha para o horizonte e acha que
sabe onde ele termina, mas não. Ele é muito maior do que a gente pode calcular. E sempre tem mais e mais e mais para ver.
A convite do A.C.Camargo, hospital especializado em oncologia, eu conto a história do César que viu um mar se inaugurar, depois de achar que não veria mais nada. Cê vem?
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Eu tinha acabado de almoçar. Tava batendo um solzinho no sofá, então eu peguei um copo americano, enchi de café, peguei um brigadeiro que eu ganhei de uma amiga de bar e sentei na sala. Eu estava com saudade de conversar com vocês, então eu abri uma caixinha de perguntas, larguei o celular e fui ver uma animação. Tempos depois, peguei o celular de novo e comecei a ler o que tinham mandado. Foi quando vi: Nat, como lidar com a sensação de ser a vilã na história de alguém mesmo não sendo? E na hora minha memória viajou mais de 5 mil quilômetros para um lugar que eu estive meses atrás E onde eu vivi uma história que se parece muito com a resposta que eu queria dar para essa pergunta e que no fim fala sobre a tentativa de controlar a opinião dos outros sobre a gente.
É por aí que vai o episódio dessa quarta-feira, você vem? Disponível em todos tocadores de podcast
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Musica: The Eastern Plain - In Full Bloom
Imagina que você foi convidado para ir para uma festa. E aí, olhando para aquele evento na sua agenda, você relembra o que te espera. Dj, comida boa, docinhos gostosos, gente legal, horas de pista de dança. É também nessa hora que você se dá conta de que precisa de uma roupa para entrar nessa festa, porque as que você tem não servem. Então você vai para uma loja, que você acredita que é a loja que vende roupas de festa, mas ao olhar os cabides, você tem uma certeza: nada daquilo tem a ver com você.
Depois de pensar em desistir, acaba comprando qualquer coisa e vai à festa. Chega o horário do parabéns. Você, incomodada com a roupa, se esconde atrás da multidão. Mas as pessoas te puxam pelo braço, dizendo: “tome o seu lugar”. Então é nesse momento - e só nesse, que você se dá conta de que aquela festa foi o tempo todo sua. E a única coisa que você consegue se perguntar é: porque eu acreditei que eu precisava parecer outra pessoa para aproveitar a minha festa?
É por aí que vai o episódio dessa semana, você vem?
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Naquele momento, eu entendi que aquele era um jeito do meu inconsciente dizer: se movimenta para eu te mostrar que você não está mais presa ao lugar que te paralisou. Como se ele tivesse dizendo, vai para que eu possa te mostrar que isso não é maior do que você e que se der errado, você pode se incomodar, achar ruim, se frustrar, mas não te derruba mais, porque o que precisava ser integrado, se integrou.
Mas isso só vai fazer sentido, se a gente voltar nessa história nessa quarta-feira no @spotify e em todos os agregadores de podcast.
Palestra em Curtiba 21/03
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Eu tenho uma memória da minha infância que é muito viva. Eu chegando com as minhas amigas no hall do prédio com panelinha, baldinho, colher de plástico e a gente decidindo onde ia montar as coisas. Era importante que fosse ali no hall, porque assim ficaríamos protegida do sol e da chuva. O ponto ruim é que era lugar de passagem, então a gente mudava de lugar algumas vezes.
Por causa dessa dinâmica e também do esforço para montar tudo, a gente demorava um tempo até a gente conseguir brincar. E quando finalmente conseguia, eu ficava num misto de euforia, porque a gente estava brincando de uma coisa muito legal. E ao mesmo tempo, me dava uma ansiedade em pensar que uma hora elas iriam embora e que aquela brincadeira ia acabar. Era uma espécie de ansiedade do fim.
Essa memória foi para uma gaveta do meu inconsciente, até que eu passei por uma situação tempos atrás que me trouxe essa sensação de novo. Mas no lugar de ser catastrófico, o que eu pensei foi: porque eu nunca tinha pensado que eu também poderia ser a pessoa que ia decidir quando a brincadeira acaba?
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Palestra Curitiba
21/03
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Quando a gente não percebe que tem vida lá fora, a gente fica com o olhar muito estreito. Lembro da história que eu ouvi do Sr. Evandro. Ele é tutor de um cachorrinho e vez ou outra a gente se encontra. Outro dia ele estava me contando de como ele tinha ido parar no bairro.
Ele começou a dizer que tinha levado um tempo procurando uma casa, aí eles encontraram. E aí foi um tempo até conseguir morar, de fato. Aí primeiro comprou a cama. Passou um tempo, compraram o fogão. Mais um tempo, conseguiram grana para geladeira. E mais um tempo, o armário para cozinha. Até ficar pronta, mesmo, um tempão.
E aí eu achei curioso, porque mais cedo eu tinha visto um post em que a pessoa dizia que estava se sentindo atrasada, porque não tinha conquistado uma coisa específica. E aí na hora eu pensei, cara, vez ou outra a gente precisava conversar com o sr. Evandro pra lembrar em qual ritmo a vida real corre, sabe?
Porque é isso: tem mais gente parecida comigo, com você e com o sr. Evandro do que com aquela pessoa da internet que mora numa casa que parece um shopping e tem uma vida que parece plástica, de tão impecável, sabe? Mas se tem mais gente como eu e você, por que a sensação de atraso é tão real?
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Era quase sempre aos domingos que isso acontecia. Meu pai na sala assistindo jogo e a minha chegava, secando as mãos molhadas no guardanapo, dizendo: “bem, você pode dar uma olhadinha na porta do armário da lavanderia? não está fechando direito, tem alguma coisa pegando”.
Ele então procurava a caixa de ferramentas, subia na cadeira, abria e fechava a porta muitas vezes. A essa altura minha mãe já estava em pé, do lado dele, perguntando: o que será que é? é a trinca que enferrujou? Algum parafuso solto? Será que caiu alguma coisa no vão e a gente não percebeu?
Meu pai respondia um “não sei”, porque ele não sabia mesmo. O problema visível era: a porta não estava fechando. Mas o motivo pelo qual isso estava acontecendo, não dava para identificar a olho nu, era algo mais escondido. E talvez por isso que essa memória tenha me voltado, quando eu pensava numa pergunta que eu recebi: como faz para dar continuidade nas coisas sem se sabotar? Como pensar em não desistir ou procrastinar? As respostas a que eu cheguei, eu conto nesse episódio.
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Para concorrer o livro “O que não estou vendo?” da Emma Reed Turrell:
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Sempre vai ter uma louça pra lavar, um armário pra arrumar, um relatório pra escrever. É uma ilusão, que eu sempre caio, achar que a autorização para descansar vai vir da lista de tarefas. Não vai. Autocuidado é saber largar às vezes. É por aí que vai o episódio dessa semana, cê vem?
edição: @valdersouza1 identidade visual: @amandafogaca
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O que eu queria dizer para mim e para você é: estranhar a coisa boa, é, às vezes, só um lembrete de que as realizações que a gente pode viver numa vida são maiores do que a nossa capacidade de imaginar. O susto vem justamente por isso, porque você pensa: “mas nossa, nunca imaginei isso”. Então, pois é: é que às vezes, as realizações que cabem em uma vida são maiores do que a nossa capacidade de imaginar.
Só não esqueça, e eu já falei isso num episódio sobre a mesma temática, que nada é do nada. Nem de repente. Então não esquece de vasculhar sua história vez ou outra para entender quais foram as casas que você construiu com as suas próprias mãos, para não se surpreender quando te disserem que é a sua vez de morar lá.
É por aí que vai o episódio dessa semana, cê vem?
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Quanto mais a vida prática se instala, mais ela se parece com uma repetição. Acorda cedo, corre para fazer café, checa se fechou a porta, esquece a janela aberta, tira o lixo, prepara a comida, programa o despertador. Num movimento que, às vezes, parece mais mecânico do que humano e onde o prazer parece não encontrar muito lugar. Mas que parece, ao mesmo tempo, não ter muita saída porque essa também é a nossa vida.
Eu pensava nisso, quando recolhia os lixos de casa, lembrando que no dia seguinte ia ter de fazer isso de novo, como tinha feito anteontem. Mas quando abri a tampa da lixeira do prédio, algo aconteceu. Uma voz lá no fundo da minha consciência disse: “é verdade que daqui um tempo você vai ter que fazer de novo, mas hoje não. Aproveite o intervalo”.
É sobre isso e mais dois aprendizados a que eu cheguei que vai o episódio dessa semana, cê vem?
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