<p>Gustavo Carvalho entrevista pessoas para quem a comédia é paixão e profissão</p>
Em 2021, disse no Humor À Primeira que gostava de humor sobre vigas de madeira, mas infelizmente ainda não lançou nenhum podcast sobre carpintaria. Vítor Sá esteve muito ocupado nos últimos cinco anos a criar outros podcasts: é um dos humoristas de “Cubinho”, de “Prata da Casa” e ainda tem o seu podcast a solo, “Desnorte”. Em princípio, na maioria dos momentos da sua vida está com um microfone à frente. Ou a conduzir entre Porto e Lisboa. Ou a conduzir entre Porto em Lisboa com um microfone à frente. É também um dos guionistas do “Conteúdo do Batáguas” e agora lança o segundo solo da carreira, mas o primeiro em que vai em digressão pelo país. Chama-se “Arraial”, é uma homenagem a todas as festas de aldeia onde passou muito tempo e ganhou muitas histórias. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, recorda o momento em que, em plena atuação, revelou aos pais que se tinha despedido para se dedicar à comédia; revela que mentia quando o convidavam para fazer stand-up em Lisboa, dizendo que estava por perto para aproveitar a oportunidade, quando na verdade estava a quase 300 quilómetros; e explica como consegue viver perto do Porto, mas trabalhar semanalmente em Lisboa.
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John Mendes jantava num restaurante, durante uma atuação de Fernando Rocha. O humorista do Porto perguntou se alguém do público tinha vontade de experimentar fazer rir quem ali estava. Tímido, mas com muita vontade, John Mendes deu um passo em frente e tropeçou mesmo antes de subir a palco pela primeira vez. Quase oito anos depois, o humorista de Barcelos tem já uma grande base de seguidores nas redes sociais. Está de momento em digressão, com o espetáculo de stand-up “Isto não passa na TV”. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica porque não perdeu a esperança no “humor popular”, recorda o período em que conciliava a comédia com dois trabalhos e elogia o público das comunidades portuguesas no estrangeiro.
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Adam Rowe esgota teatros e arenas no Reino Unido, mas decidiu vir atuar a Portugal para cerca de 40 pessoas. Natural de Liverpool, começou a fazer stand-up em 2010, com apenas 18 anos. É um dos melhores humoristas emergentes no Reino Unido: já abriu espetáculos para Bill Burr, Shane Gillis e Andrew Schulz. Estreou-se em Portugal a 30 de agosto de 2025, no Worten Mock Fest, dia em que este episódio foi gravado. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, elogia o percurso do humorista e amigo Daniel Sloss, explica porque aceita abrir os espetáculos de humoristas que vendem menos bilhetes do que ele e teoriza sobre a eficácia dos podcasts na criação de público. A conversa neste episódio é feita em inglês.
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Quando a sobrinha a viu a fazer stand-up comedy, foi dizer aos colegas na escola que tinha “ido ver a tia ao circo.” Depois de “Demasiado”, em 2022, Mónica Vale de Gato regressa aos palcos. Nestes últimos anos esteve ocupada: casou, foi mãe, continuou a crescer nas redes sociais, mas garante que continua sem saber preencher o IRS. A humorista, orgulhosamente da Linha de Sintra, está agora em digressão com “Próxima Paragem”, segundo solo de stand-up da carreira. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, recorda os tempos de escola na Linha de Sintra e as amizades com Danilo Pereira, Papillon e Bispo; explica as dificuldades de construir o segundo espetáculo e aborda as dificuldades de produzir um solo de forma independente.
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Conhecemo-la como atriz, chegou a ser apresentadora, despontou a fazer-nos rir. Tanto nos diretos de Bruno Nogueira durante pandemia; no espetáculo “Nem a Ponta do Mindinho”, com Raquel Tillo; na peça “Plim”, com Salvador Martinha e João Maria; como nas participações no “Taskmaster”. Agora pela primeira vez a solo, num formato aproximado a stand-up comedy, Inês Aires Pereira apresenta “Namastê”. Após um período conturbado na vida pessoal e profissional, um retiro espiritual no Brasil despertou a ideia para o espetáculo. Já esgotou por quatro vezes o Coliseu de Lisboa, e outras três o Coliseu do Porto. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica que encontrou um propósito no espetáculo “Namastê”, devido ao “feedback de muitas mulheres”, agradece a ajuda de Salvador Martinha, elogia Gabriela Barros e seleciona o seu painel de concorrentes ideal para uma nova temporada do Taskmaster.
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Está a chegar o fim do ano, começam a surgir listas de Melhores do Ano, mas a comédia continua a ficar, como habitualmente, de fora. É especialmente estranho num ano em que uma humorista foi a tribunal por uma piada, tivemos o primeiro festival internacional de comédia em Portugal e a stand-up comedy voltou a esgotar arenas pelo país. No Humor À Primeira Vista, elegemos o que para nós foi a melhor comédia nacional nos palcos, no digital, na televisão e os acontecimentos do ano. Também os destaques internacionais, e uma previsão para 2026. Para esta tarefa injusta, Gustavo Carvalho convida Ana Marta Ferreira, produtora de música e artes de palco da RTP, autora do projeto Hiena e grande fã de comédia.
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O Porta dos Fundos regressa em grande a Portugal. De 13 a 18 de dezembro, no Centro Cultural de Belém e no Cinema São Jorge, acontece o “Festival Porta dos Fundos”. Fábio Porchat vai estrear-se no “Portátil”, espetáculo de improviso já familiar aos portugueses, e traz o programa “Que História É Essa, Porchat?” pela primeira vez ao vivo no país. As estreias não ficam por aqui. Também “Não importa”, o podcast de Gregório Duvivier e João Vicente de Castro vai ter episódios ao vivo com vários convidados. No espírito natalício, alguns dos melhores especiais de natal que o coletivo brasileiro tem apresentado ao longo dos anos vão ser exibidos. O produtor Hugo Nóbrega, da H2N, está desde sempre na retaguarda dos espetáculos Porta dos Fundos em Portugal e é um dos responsáveis pela existência deste festival. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, recorda a surpresa do Porchat e companhia quando perceberam que tinham muito sucesso em Portugal, revela como convenceu Gregório Duvivier a estrear “O Céu da Língua” em Portugal e recorda as histórias de tentar trazer humoristas como Dave Chappelle e Louis C.K. ao nosso país.
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José Sócrates está envolvido em processos judiciais há mais de dez anos. O ex-primeiro-ministro é acusado de crime de corrupção, branqueamento de capitais e fraude fiscal. Desde 2014 que ouvimos falar da Operação Marquês, que só este ano começou a ser julgada. Entre vários avanços e recuos, já vimos de tudo um pouco acontecer ao longo deste processo. Desde conflitos entre juízes, entregas de pizza em direto, amigos mesmo muito amigos, até a uns meses passados numa prisão em Évora. Cada novo acontecimento deste caso é quase uma caricatura de si próprio. Eis que surge agora um musical que o satiriza: “Sr. Engenheiro — alegadamente um musical” conta a história de um primeiro-ministro que queria muito uma casa em Paris. É a nova criação de Henrique Dias, argumentista, co-autor de “Pôr-do-Sol” e mais recentemente de “FELP”. Apesar de já ter adaptado uns quantos musicais, é a primeira vez que cria um de raíz. O musical estreia no dia das mentiras e é uma grande aposta da produtora UAU para 2026. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, Henrique Dias esclarece porque fez um musical para falar sobre o processo que envolve José Sócrates, explica como passou a gostar de musicais, expõe os medos na criação de “FELP” depois do sucesso de “Pôr-do-Sol” e aborda um caso recente em que viu uma piada sobre o 25 de abril ser censurada.
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Na segunda parte de um episódio especial do Humor À Primeira Vista com Herman José, o humorista conversa com Gustavo Carvalho sobre o caso Anjos vs. Joana Marques, o rol de estrelas que recebia no “Herman SIC” e conta a história de como quase conheceu uma das grandes atrizes de Hollywood. Herman José celebrou, nos últimos tempos, 70 anos de vida, 50 de carreira e 40 do mítico programa “O Tal Canal” e recorda alguns dos casos em que se arrependeu de piadas que contou, e outros em que acabou mesmo por pedir desculpa por as ter dito. Revela ainda se a vontade de destruir objetos com uma caçadeira permanece, como fez na “Roda da Sorte”, e explica porque invadiu o palco do Coliseu de Lisboa para dar um abraço a John Cleese.
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Nos últimos tempos Herman José celebrou 70 anos de vida, 50 anos de carreira e 40 anos do mítico programa “O Tal Canal”. O “25 de abril do humor em Portugal”, como alguns lhe chamam, trouxe a modernidade à comédia no país, muito influenciado por Monty Python. Os sucessos na televisão marcaram o público, que na altura ainda estava a descobrir as cores. Várias são as frases que entraram no vocabulário quotidiano dos portugueses: “eu é mais bolos”, “não havia necessidade”, entre outras. Com o passar do tempo tornaram-se expressões que parece que sempre existiram e ninguém inventou, mas eis o autor: Herman José. Atualmente continua na RTP 1, com o programa “Cá por Casa”, e insiste em subir em palco, mesmo com um ombro fraturado e um tendão de aquiles rebentado, como foi o caso neste mês de junho, na Lourinhã, antes de um concerto.
Num episódio especial de duas partes do Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, recorda o “burnout total” que sofreu ao trabalhar diariamente na rádio, critica o humor preguiçoso “que apanha boleia da juventude”, realça a “química” que sentiu ao trabalhar com Vasco Pereira Coutinho, explica a origem do seu instinto de sobrevivência e revela os tempos em que deu explicações “de tudo” e o truque para que os seus alunos tivessem “resultados fantásticos”.
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Venceu um Globo de Ouro em 2024, como Personalidade Digital do Ano, devido ao sucesso do programa Bom Partido, onde tem entrevistado os candidatos políticos. Antes de chegar à comédia, Guilherme Geirinhas deu expetativas aos pais por ter entrado em Medicina. Mudou para Gestão, trabalhou em Publicidade e acabou mesmo no Chapitô a contar piadas. Num episódio ao vivo do Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, gravado no Tribeca Festival Lisboa, o humorista e realizador antecipa uma possível quinta temporada do Bom Partido, revela o momento em que se envolveu na política através de uma candidatura à associação de estudantes e é posto à prova numa Comissão Parlamentar de Inquérito.
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