• 1 hour 3 minutes
    #162 – Os bastidores da Vaza Flavio

    Como foi o trabalho do Intercept Brasil a partir do vazamento de mensagens que mostraram uma proximidade inédita entre o candidato à presidência Flávio Bolsonaro e o dono do banco Master Daniel Vorcaro? Quais os desafios para conferir a veracidade do material enviado por fonte anônima? Como uma papinha quase impediu que a fatídica pergunta sobre o financiamento do filme Dark Horse fosse feita?

    Episódio relacionados

    86: a Vaza Jato e o mea culpa da imprensa

    134: Los golpistas fujones

    141: Tchau, Rio

    147: Um data center incomoda muita gente

    Entrevistados do episódio

    Paulo Motoryn

    Jornalista formado na PUC-SP, é repórter de política do Intercept Brasil e roteirista de não-ficção em Brasília. Trabalhou nas redações do site Poder360, do jornal Lance! e da revista Brasileiros.

    Leandro Becker

    Jornalista, editor no Intercept, tem 20 anos de experiência em reportagem, edição e gestão de equipes e projetos multimídia em jornal, rádio, TV e jornalismo digital, com passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, NSC TV, Globo Rural, Agência Lupa, Exame, UOL e O Estado de S. Paulo.

    Cecília Oliveira

    Cecília Olliveira é autora de Como Nasce um Miliciano e jornalista investigativa dedicada a cobertura do tráfico de drogas e de armas e a violência. É cofundadora do Intercept Brasil, diretora fundadora do Instituto Fogo Cruzado e membro da The Global Initiative Against Transnational Organized Crime.

    Laís Martins

    Jornalista e repórter do Intercept Brasil,  formada pela PUC-SP e mestra em Comunicação Política pela Universidade de Amsterdam.  Foi fellow do Pulitzer Center, com um projeto sobre como a política armamentista do governo Bolsonaro impactou mulheres brasileiras, e do Rest of World, investigando a intersecção entre trabalho e tecnologia na América Latina.

    Thalys Alcântara

    Repórter do Intercept em Brasília, trabalhou em O Popular e Metrópoles, foi vencedor do Prêmio de Jornalismo Investigativo da União Europeia e do Prêmio Dom Tomás Balduino de Direitos Humanos.

    Ficha técnica

    Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.

    Trilha sonora tema: Paulo Gama.

    Mixagem de som: Vitor Coroa.

    Edição de áudio: Matheus Marcolino.

    Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.

    9 June 2026, 3:01 am
  • 1 hour 13 minutes
    #161 – Comedores de amianto

    Como uma fiscal do trabalho entediada se tornou uma das principais responsáveis pela proibição do amianto no Brasil? Como uma lei do estado de Goiás permite que uma empresa continue minerando este produto cancerígeno anos depois do banimento nacional?

    Saiba mais sobre os microfones Shure Movemic Two.

    Entrevistados do episódio

    Fernanda Giannasi

    Engenheira civil, fiscal do trabalho aposentada, pioneira do movimento que baniu o amianto no Brasil.

    Ubiratan de Paula Santos

    Médico assistente da Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

    Erica Barbosa Coutinho Freire Souza

    Advogada, sócia do escritório Mauro Mezes &Advogados.

    Ficha técnica

    Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.

    Trilha sonora tema: Paulo Gama.

    Mixagem de som: Vitor Coroa.

    Edição de áudio: Matheus Marcolino.

    Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.

    26 May 2026, 3:01 am
  • 1 hour 8 minutes
    #160 – Inconstitucionalissimamente

    Por que estamos caminhando para um judiciário cada vez mais punitivista? Por que o embate entre o Código de Processo Penal – um texto de inspiração fascista – e a Constituição Federal simbolizam essa tendência autoritária? O que a Operação Lava-Jato tem a ver com tudo isso?

    Episódios relacionados

    36: Duas vezes cadeia

    86: A Vaza-Jato e o mea culpa da imprensa

    110: Você é livre para ser livre?

    Entrevistada do episódio

    Maíra Cardoso Zapater

    É a coordenadora e professora de direito da Escola de Política, Economia e Negócios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp),  doutora em direitos humanos, especialista em direito  penal e processual penal. É formada também em Ciência Sociais.

    Ficha técnica

    Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.

    Trilha sonora tema: Paulo Gama.

    Mixagem de som: Vitor Coroa.

    Edição de áudio: Matheus Marcolino.

    Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.

     

     

     

    12 May 2026, 3:01 am
  • 1 hour 7 minutes
    #159 – A fantástica fábrica de algoritmos da Meta

    Como a guinada dos tech-bros à direita tem impactado o ambiente corporativo das empresas de tecnologia? Como isso afeta as pessoas que trabalham ali? Quais os efeitos dessas mudanças na forma dessas corporações se colocarem no mundo?

    Mergulhe mais fundo

    Careless People

    Episódios relacionados

    90: Era uma vez um Google bonzinho

    132 : Bilionazis

    Entrevistados do episódio

    Esther Sá 

    Publicitária e bióloga.

    Daniela da Silva

    Jornalista e estrategista de comunicação, tecnologia e política. Ex-diretora de políticas públicas do WhastAspp e cofundadora e diretora executiva da Ctrl+z.

    Tatiana Dias

    Jornalista investigativa focada em tecnologia, política e direitos humanos, foi editora executiva do Intercept Brasil. É cofundadora e diretora de programas da Ctrl+z.

    Ficha técnica

    Ficha técnica

    Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.

    Trilha sonora tema: Paulo Gama.

    Mixagem de som: Vitor Coroa.

    Edição de áudio: Matheus Marcolino.

    Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.

     

    28 April 2026, 3:01 am
  • 1 hour 8 minutes
    #158 – Sobre bombas e advogados

    No dia 7 de abril de 2026, o presidente norte-americano Donald Trump deu um ultimato ao Irã que soou como a confissão antecipada de um crime de guerra. “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, foi a frase de Trump.

    O alardeado crime de guerra não aconteceu. Trump voltou atrás num cessar-fogo supostamente acordado com o Irã. Mas, existem vários outros crimes ao qual o republicado deveria responder.

    Ele bombardeou barcos civis na Venezuela, torpedeou uma fragata iraniana matando mais de cem homens e abandonou os sobreviventes à própria sorte. Além disso, tanto na Venezuela quanto no Irã, agiu sem o aval da ONU ou do Congresso americano, o que é ilegal.

    Mas quem diz o que é legal ou ilegal em termos de guerra?

    O episódio 158 de Escafandro mergulha nas leis sobre conflitos armados. De onde vem a legislação que regulamenta o que pode ou não ser feito em campo de batalha? Como surgiram as várias convenções de Genebra? Como as campanhas bélicas de Donald Trump se enquadram nesse arcabouço legal?

    Mergulhe mais fundo

    As regras da Guerra (link para compra)

    Lembrança de Solferino

    Episódios relacionados

    52: A guerra de Mohsen

    70: Os generais e o cerco a Brasília

    157: Vinte dentes naturais

    Entrevistado do episódio

    João Paulo Charleaux

    Jornalista e escritor, foi correspondente do Nexo em Paris, comenta temas ligados a conflitos internacionais na CNN além de colaborar para veículos como O Globo, Folha de S.Paulo, Carta Capital, piauí e UOL. É autor do recém-lançado “As regras da Guerra” (Zahar).

    14 April 2026, 3:01 am
  • 1 hour 12 minutes
    #157 – Vinte dentes naturais

    Em agosto de 1942, no auge da Segunda Guerra Mundial, submarinos nazistas afundaram navios na costa brasileira. O Brasil, que ainda mantinha relações com os dois lados do conflito, se viu obrigado a entrar numa guerra para a qual não tinha qualquer preparação.

    Foi formada então a Força Expedicionária Brasileira (FEB), que viajou até a Itália para auxiliar as forças aliadas contra o Eixo. Quase 25 mil pracinhas passaram nove meses combatendo no maior conflito armado da humanidade, ajudando a libertar cidades italianas do domínio nazista.

    Quando retornaram, porém, esses homens não foram considerados heróis por muito tempo. E trouxeram na bagagem romances com jovens italianas, traumas vividos na guerra, e um sentimento geral de admiração por um país aliado: os Estados Unidos da América.

    Num momento em que o governo de Donald Trump trouxe a guerra para o nosso quintal, o episódio 157 de Escafandro mergulha na missão da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. Conta como o Brasil atuou na Itália, como essa missão ajudou a moldar nossas Forças Armadas de hoje e reflete sobre o que ela nos ensina a respeito de possíveis futuros conflitos.

    Mergulhe mais fundo

    Barbudos, sujos e fatigados: Soldados Brasileiros na Segunda Guerra Mundial (link para compra)

    Histórias de um pracinha da Segunda Guerra Mundial (link para compra)

    Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial (link para compra)

    A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro (link para compra)

    Episódios relacionados

    #70: Os generais e o cerco a Brasília

    #109: General bom, general mau

    #142: Heil Trump

    Entrevistados do episódio

    Isalete Leal

    Pedagoga e diretora da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil em Valença.

    Mario Pereira

    Guia turístico e palestrante. Ex-administrador do Monumento Votivo Militar Brasileiro de Pistoia. 

    Francisco Cesar Alves Ferraz

    Doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP), professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Autor de “Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial” (Zahar, 2005).

    Cristina Feres

    Mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Autora de “A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro” (Editora Intermeios, 2023).

    Piero Leirner

    Antropólogo, professor da Universidade Federal de São Carlos. Autor de livros como “O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida” (Alameda Casa Editorial, 2020), e “Dois ensaios sobre magia política” (Editora Hucitec, 2025).

    Ficha técnica

    Produção, reportagem e edição: Matheus Marcolino.

    Mixagem de som: Vitor Coroa.

    Trilha sonora tema: Paulo Gama

    Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari

    Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini

    31 March 2026, 3:01 am
  • 1 hour 6 minutes
    #156 – Sociedade tarja preta: O mundo lá fora

    Na segunda e última parte do mergulho na crise planetária de saúde mental, seguimos em busca de respostas pra uma das grandes perguntas do nosso tempo: vivemos uma epidemia de sofrimento psíquico, ou de drogas psicoativas para combater esse sofrimento.

    Neste episódio, além de trazer mais motivos para o excesso de medicalização, o foco se volta também para os fatores sociais, culturais, econômicos  e ambientais que têm impactado nossa saúde mental.

    Mergulhe mais fundo

    O que os psiquiatras não te contam (link para compra)

    A institucionalização Invisível: Crianças que não aprendem na escola (link para compra)

    Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (link para compra)

    A epidemia de doença mental – Revista Piauí

    Episódios relacionados

    #59: Sonhos de zolpidem

    #62: Não sou mais o Pedro – Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia 

    #63: Não sou mais o Pedro – Capítulo 2: Internação

    #137: Os segredos psicodélicos da Jurema Sagrada

    Entrevistados do episódio

    Juliana Belo Diniz

    Psiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de “O que os psiquiatras não te contam” (Fósforo Editora).

    Maria Aparecida Affonso Moysés

    Médica pediatra, professora  da Faculdade de Ciências Médicas Unicamp, coordenadora do Laboratório de Estudos sobre Aprendizagem, Desenvolvimento e Direitos, da Unicamp, autora do livro A institucionalização invisível: crianças que não aprendem na escola. É militante do Despatologiza – Movimento pela Despatologização da Vida.

    Dayana Rosa 

    Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).

    Ficha técnica

    Edição: Matheus Marcolino.

    Mixagem de som: Vitor Coroa.

    Trilha sonora tema: Paulo Gama.

    Locução adicional: Priscila Pastre.

    Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.

    Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.

    17 March 2026, 3:01 am
  • 51 minutes 13 seconds
    #155 – Sociedade tarja preta: A resposta química

    Em 2017, a Organização Mundial da Saúde declarou que a depressão é a maior causa de invalidez no mundo Atualmente mais de um bilhão de pessoas sofrem de algum transtorno mental ao redor do planeta. Uma em cada oito pessoas. Ou 12,5% da população mundial. Essa prevalência é maior entre crianças e adolescentes e varia de acordo com o país. Os brasileiros, por exemplo, parecem sofrer mais com os males da mente do que a média global.

    O estudo mais recente produzido em âmbito nacional, sintomaticamente, não foi produzido pelo ministério da saúde, mas pelo ministério da previdência social. Afinal, pessoas com transtorno mentais costumam faltar ao trabalho. São menos produtivas.

    A pesquisa mostra que em 2024, houve quase meio milhão de afastamentos por motivos relacionados à mente, sendo que ansiedade e depressão são os principais problemas. Esse número representa um aumento de quase 70% em dez anos.

    Em paralelo, a gente tem um aumento vertiginoso na prescrição de drogas psicoativas. Segundo uma pesquisa feita pelo instituto de estudos para políticas de saúde, o IEPS, usando dados do Sistema Único de Saúde, a prescrição de drogas para tratar saúde mental aumentou 50% em uma década.

    Diante disso, esse episódio tenta responder a uma pergunta inquietante: estamos vivendo uma epidemia de depressão, ansiedade, déficit de atenção e outros transtornos mentais; ou uma epidemia de drogas psicoativas receitadas com base em diagnósticos relapsos e apressados?

    10 March 2026, 3:01 am
  • 1 hour 10 minutes
    #154 – Hoje é dia de gospel, bebê

    De acordo com o Censo de 2022, um a cada quatro brasileiros é evangélico. Durante os anos 1980, porém, essa situação era bem diferente. Só 6% da população se dizia evangélica, e poucas coisas eram consideradas mais caretas pela geração jovem e roqueira do que “ser crente”. 

    Isso começou a mudar em 1989, quando uma igreja decidiu apostar no rock como uma estratégia inovadora de evangelização. Sob forte influência da cultura evangélica norte-americana, a Igreja Renascer em Cristo revolucionou a música religiosa brasileira e introduziu uma nova palavra no vocabulário fonográfico: gospel. 

    Levantamentos especializados apontam que a música gospel representa 20% do mercado fonográfico nacional. E esse mercado consumidor, de mais de 47 milhões de pessoas, começou a ser construído quando um jovem músico baiano e um ex-figurão da publicidade da TV Globo ajudaram a emplacar uma banda de rock gospel.

    O episódio 154 de Escafandro mergulha na história da música gospel, conta como esse gênero musical dominou o Brasil, e como isso ajudou a religião evangélica a se espalhar por todo o país. 

    Mergulhe mais fundo

    Discípulos, o novo podcast da Rádio Guarda-Chuva

    Discoteca Básica

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    #124: Os falsos gringos

    Entrevistados do episódio

    Antonio Abbud

    Publicitário e bispo da Igreja Apostólica Renascer em Cristo.

    Paulinho Makuko

    Músico. Baterista e vocalista da banda Katsbarnea. 

    Ricardo Alexandre

    Jornalista, escritor, documentarista, e roteirista do programa Conversa com Bial, da TV Globo. Autor de “Os 500 maiores álbuns brasileiros de todos os tempos”. Apresentador do podcast Discoteca Básica. 

    Ficha técnica

    Produção, reportagem e edição: Matheus Marcolino.

    Mixagem de som: Vitor Coroa.

    Trilha sonora tema: Paulo Gama

    Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari

    Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini

    24 February 2026, 3:01 am
  • 1 hour 4 minutes
    #153 – Paraná pela segregação

    Em março de 2025, pais de crianças com síndrome de Down ajuizaram uma ação no Supremo Tribunal Federal contra duas leis do estado do Paraná. Eles diziam que as leis estaduais criavam um ambiente segregado na educação das pessoas com deficiência, que isso batia de frente com o que está escrito na Constituição. E que iam na contramão do que estava sendo feito no restante do mundo em termos de educação de pessoas com deficiência.

    No alvo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Federação Nacional das Associações de Síndrome de Down estava uma das entidades mais conhecidas e respeitadas quando se fala em pessoas com deficiência. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).

    A associação foi beneficiada pelas leis do Paraná, que davam a ela e a instituições semelhantes o mesmo status de escola, e facilitava a transferência de recursos federais. No embate entre segregação e inclusão gerado pela ADI 7796, as Apaes se posicionaram pela segregação. Elas inclusive atuaram em prol de um decreto do governo Bolsonaro que possibilitaria replicar, no restante do país, o modelo do Paraná.

    O episódio 153 de Escafandro mergulha fundo nesse embate jurídico e tenta entender que interesses estão por trás das leis paranaenses que vão contra o consenso mundial quando se fala em educação de pessoas com deficiência.

    Mergulhe mais fundo

    A nova velha Política Nacional de Educação Especial de 2020: distorcer para retroceder

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    #68: Lindinês e a década das cotas

    #94: O professor, a fanfarra e o pé de manga

    Entrevistados do episódio

    Meire Cavalcante

    Jornalista, pedagoga, mestra e doutora em Educação Inclusiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

    Caio Silva

    Advogado, professor, membro do comitê jurídico da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) e coordenador da diretoria da pessoa com deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro.

    Liana Lopes Bassi

    Doutora em Serviço Social e Políticas Sociais pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Presidente da Federação Paranaense das Associações de Síndrome de Down (FEPASD).

    Jarbas Feldner de Barros

    Professor e presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes).

    Flávio Arns

    Senador da República. Ex-secretário de educação do estado do Paraná.

    Cléo Bohn

    Presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD).

    Ficha técnica

    Produção, reportagem e edição: Matheus Marcolino.

    Mixagem de som: Vitor Coroa.

    Trilha sonora tema: Paulo Gama

    Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari

    Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini

    10 February 2026, 3:01 am
  • 1 hour 18 minutes
    #152 – Na encruzilhada das terras raras

    Como duas empresas australianas desconhecidas estão atropelando passos importantes em processos de licenciamento ambiental para lucrar bilhões com a mineração de terras raras no sul de Minas Gerais.

    Caldas e Poços de Caldas, duas cidades do sul de Minas, se tornaram centrais numa das maiores disputas geopolíticas da atualidade. Isso se deve à alta concentração de minerais de terras raras ali. Especialistas chamam a reserva de “unicórnio da mineração”. Ela é tão grande que poderia suprir 20% da demanda mundial.

    Os minerais de terras raras hoje estão entre os recursos mais valiosos do mundo por serem essenciais na produção de imãs, componentes básicos de dois itens de extrema importância no mundo atual: motores elétricos – vitais na tentativa global de diminuir o uso de combustíveis fósseis – e armas de guerra.

    O Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo, ficando trás só da China, que está numa guerra tarifária com os EUA. Nesse episódio nós fomos a Minas Gerais para acompanhar as movimentações de um grupo de moradores que resolveu se opor aos projetos de mineração nas cidades onde eles vivem.

    Mergulhe mais fundo

    Da objetividade do risco à subjetividade da sua percepção: dimensões do risco socioambiental no Jardim Kennedy em Poços de Caldas, MG

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    #13: Brumadinho em dois atos

    #108: Salve o planeta, pergunte-me como

    #147: Um data center incomoda muita gente

    Entrevistados do episódio

    Daniel Tygel

    Mestre em física, ex-vereador e candidato a prefeito de Caldas pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

    Nathália Francisco

    Arquiteta e urbanista. Pesquisadora do Núcleo de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

    Mariano Laio de Oliveira

    Chefe da Divisão de Minerais Críticos e Estratégicos da Agencia Nacional de Mineração (ANM).

    Wagner Fanin

    Eletricista e técnico ambiental. Ex-representante do Conselho Gestor da APA Pedra Branca (CONGEAPA) no Conselho Municipal de Desenvolvimento Ambiental (CODEMA) de Caldas.

    Ademilson Kariri e Cariusa Kiriri

    Lideranças do povo Kiriri em Caldas.

    Rogério Correia

    Professor e deputado federal de Minas Gerais pelo Partido dos Trabalhadores (PT-MG).

    Ficha técnica

    Edição: Matheus Marcolino.

    Mixagem de som: Vitor Coroa.

    Trilha sonora tema: Paulo Gama

    Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari

    Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini

     

    9 December 2025, 1:37 am
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