Em cada episódio, uma investigação jornalística. Com uma hora de duração, os episódios são um mosaico de entrevistas inéditas, gravações em campo e áudios de arquivo, costurados pela narração do jornalista Tomás Chiaverini. Os temas são os mais variados e a abordagem é sempre profunda, irreverente e inusitada.
De acordo com o Censo de 2022, um a cada quatro brasileiros é evangélico. Durante os anos 1980, porém, essa situação era bem diferente. Só 6% da população se dizia evangélica, e poucas coisas eram consideradas mais caretas pela geração jovem e roqueira do que “ser crente”.
Isso começou a mudar em 1989, quando uma igreja decidiu apostar no rock como uma estratégia inovadora de evangelização. Sob forte influência da cultura evangélica norte-americana, a Igreja Renascer em Cristo revolucionou a música religiosa brasileira e introduziu uma nova palavra no vocabulário fonográfico: gospel.
Levantamentos especializados apontam que a música gospel representa 20% do mercado fonográfico nacional. E esse mercado consumidor, de mais de 47 milhões de pessoas, começou a ser construído quando um jovem músico baiano e um ex-figurão da publicidade da TV Globo ajudaram a emplacar uma banda de rock gospel.
O episódio 154 de Escafandro mergulha na história da música gospel, conta como esse gênero musical dominou o Brasil, e como isso ajudou a religião evangélica a se espalhar por todo o país.
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Entrevistados do episódio
Publicitário e bispo da Igreja Apostólica Renascer em Cristo.
Músico. Baterista e vocalista da banda Katsbarnea.
Jornalista, escritor, documentarista, e roteirista do programa Conversa com Bial, da TV Globo. Autor de “Os 500 maiores álbuns brasileiros de todos os tempos”. Apresentador do podcast Discoteca Básica.
Ficha técnica
Produção, reportagem e edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari
Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Em março de 2025, pais de crianças com síndrome de Down ajuizaram uma ação no Supremo Tribunal Federal contra duas leis do estado do Paraná. Eles diziam que as leis estaduais criavam um ambiente segregado na educação das pessoas com deficiência, que isso batia de frente com o que está escrito na Constituição. E que iam na contramão do que estava sendo feito no restante do mundo em termos de educação de pessoas com deficiência.
No alvo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Federação Nacional das Associações de Síndrome de Down estava uma das entidades mais conhecidas e respeitadas quando se fala em pessoas com deficiência. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).
A associação foi beneficiada pelas leis do Paraná, que davam a ela e a instituições semelhantes o mesmo status de escola, e facilitava a transferência de recursos federais. No embate entre segregação e inclusão gerado pela ADI 7796, as Apaes se posicionaram pela segregação. Elas inclusive atuaram em prol de um decreto do governo Bolsonaro que possibilitaria replicar, no restante do país, o modelo do Paraná.
O episódio 153 de Escafandro mergulha fundo nesse embate jurídico e tenta entender que interesses estão por trás das leis paranaenses que vão contra o consenso mundial quando se fala em educação de pessoas com deficiência.
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A nova velha Política Nacional de Educação Especial de 2020: distorcer para retroceder
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#68: Lindinês e a década das cotas
#94: O professor, a fanfarra e o pé de manga
Entrevistados do episódio
Jornalista, pedagoga, mestra e doutora em Educação Inclusiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Advogado, professor, membro do comitê jurídico da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) e coordenador da diretoria da pessoa com deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro.
Doutora em Serviço Social e Políticas Sociais pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Presidente da Federação Paranaense das Associações de Síndrome de Down (FEPASD).
Professor e presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes).
Senador da República. Ex-secretário de educação do estado do Paraná.
Presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD).
Ficha técnica
Produção, reportagem e edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari
Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Como duas empresas australianas desconhecidas estão atropelando passos importantes em processos de licenciamento ambiental para lucrar bilhões com a mineração de terras raras no sul de Minas Gerais.
Caldas e Poços de Caldas, duas cidades do sul de Minas, se tornaram centrais numa das maiores disputas geopolíticas da atualidade. Isso se deve à alta concentração de minerais de terras raras ali. Especialistas chamam a reserva de “unicórnio da mineração”. Ela é tão grande que poderia suprir 20% da demanda mundial.
Os minerais de terras raras hoje estão entre os recursos mais valiosos do mundo por serem essenciais na produção de imãs, componentes básicos de dois itens de extrema importância no mundo atual: motores elétricos – vitais na tentativa global de diminuir o uso de combustíveis fósseis – e armas de guerra.
O Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo, ficando trás só da China, que está numa guerra tarifária com os EUA. Nesse episódio nós fomos a Minas Gerais para acompanhar as movimentações de um grupo de moradores que resolveu se opor aos projetos de mineração nas cidades onde eles vivem.
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#108: Salve o planeta, pergunte-me como
#147: Um data center incomoda muita gente
Entrevistados do episódio
Mestre em física, ex-vereador e candidato a prefeito de Caldas pelo Partido dos Trabalhadores (PT).
Arquiteta e urbanista. Pesquisadora do Núcleo de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Chefe da Divisão de Minerais Críticos e Estratégicos da Agencia Nacional de Mineração (ANM).
Wagner Fanin
Eletricista e técnico ambiental. Ex-representante do Conselho Gestor da APA Pedra Branca (CONGEAPA) no Conselho Municipal de Desenvolvimento Ambiental (CODEMA) de Caldas.
Ademilson Kariri e Cariusa Kiriri
Lideranças do povo Kiriri em Caldas.
Professor e deputado federal de Minas Gerais pelo Partido dos Trabalhadores (PT-MG).
Ficha técnica
Edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari
Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini
Longe das favelas, fora do alcance da polícia que mata pelas costas, existe uma classe especial de traficantes. Os transportadores de drogas. Geralmente são jovens, ricos que entram no crime pela aventura, fazem milhões e raramente são pegos.
Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), realizado em 2023, apontou o perfil dos réus processados por tráfico de drogas no Brasil. A maioria dos acusados tem no máximo 30 anos , cursou somente até o ensino fundamental e é composta por pessoas não brancas. Um terço das abordagens que levou essas pessoas a serem acusadas foi motivado por um “comportamento suspeito” notado durante o patrulhamento da polícia.
Esse “perfil” do traficante brasileiro foi perpetuado por novelas, imprensa, e, em especial, operações policiais – que valem-se desse imaginário do traficante para a promoção de massacres e assassinatos sem direito a julgamento nas periferias.
Mas, muito longe das favelas e do ambiente da “guerra às drogas”, estão criminosos que movimentam quilos de cocaína e enormes quantias em dinheiro. No livro Nobres traficantes (Zahar), o jornalista Bruno Abbud conta como jovens ricos entram para o tráfico em busca de adrenalina, e como eles recebem um tratamento muito diferente da polícia e do judiciário – mesmo quando são pegos.
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Nobres traficantes: Histórias da elite no crime (link para compra)
Entrevistado do episódio
Jornalista e escritor, autor de Nobres traficantes: Histórias da elite no crime (Zahar).
Ficha técnica
Produção e edição: Matheus Marcolino.
Leitura adicional: Priscila Pastre
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari
Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Neste episódio falamos sobre a obsessão masculina com o tamanho do pênis e sobre como a objetificação do falo em tempos de redes sociais impacta este fenômeno.
A parte mais sensível de um homem é seu pênis. Por meio dele é possível performar masculinidade – como Jair Bolsonaro fez ao se autodenominar “imbroxável” -, ou atacar a moral de um inimigo. O ex-presidente Barack Obama, vencedor do Nobel da Paz, se prestou a caçoar do tamanho do pênis de Donald Trump em um comício da campanha democrata em 2024.
Estudos mostram que essa é uma questão global: 55% dos homens estão insatisfeitos com o tamanho dos próprios pênis. O dado é compreensível, mas se torna irônico quando o mesmo estudo aponta que 85% das mulheres estão satisfeitas com o tamanho do que os parceiros têm a oferecer.
Diante disso, partimos em busca de respostas para algumas das maiores questões envolvendo o órgão sexual masculino? Como ele funciona afinal? Tamanho é documento? Como são as cirurgias que prometem ganhos estéticos e funcionais? E qual é o impacto de se associar pênis pequenos à falhas de caráter.
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O homem não existe: masculinidade, desejo e ficção (link para compra)
Entrevistado do episódio
Doutora em literatura pela Universidade de Brasília (UnB), professora de teoria da literatura na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), crítica literária e escritora. Autora do livro “O homem não existe”, editora Zahar.
Médico urologista, autor do livro “Tamanho é documento”.
Ex-médico urologista responsável pelo recorde mundial de aumento peniano no Guinness Book, o livro dos recordes. Hoje, atua como advogado.
Ficha técnica
Produção e edição: Matheus Marcolino.
Leituras adicionais: Lígia Diniz
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari
Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Neste episódio, a gente conta como o antropólogo Michel Alcoforado passou 15 anos infiltrado no mundo das elites econômicas brasileiras e saiu de lá com o livro que se tornaria um dos maiores sucessos editoriais de 2025.
No recém-lançado Coisa de Rico (Todavia), Michel Alcoforado mostra como os super ricos brasileiros usam iates, quadros, vinhos, mansões e mocassins para se diferenciar. Mostra como essas “coisas de rico” servem ao mesmo tempo para criar identidade e para manter os pobres mortais (ou mortais pobres) do lado de fora.
Mostra como os novos ricos penam para entrar nesse mundo de champagne e caviar. E como os ricos tradicionais penam para mostrar que estão ali desde sempre, que o lugar deles é natural e não resultado de um sistema social cruel e desigual.
Mas, para mostrar tudo isso, o Michel teve de se infiltrar nesse mundo, teve de mudar a própria imagem e até a própria personalidade. Teve de se tornar Michel Alcoforado, o antropólogo do luxo. Esse episódio fala sobre a jornada do Michel que deu origem ao Coisa de Rico.
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Coisa de rico – a vida dos endinheirados brasileiros (link para compra)
Entrevistado do episódio
Doutor em antropologia social, palestrante, comentarista da Rádio CBN e apresentador do podcast É Tudo Culpa da Cultura.
Ficha técnica
Produção e edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari
Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Este episódio de Escafandro, o primeiro feito em parceria com a Agência Lupa, conta como estelionatários ensinam golpes online, sob vista grossa das plataformas de mídias sociais.
O número de estelionatos no Brasil não para de crescer. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, de 2025, a quantidade de casos registrados aumentou mais de 400% desde 2018. De acordo com uma pesquisa Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, um a cada três brasileiros foi vítima de algum golpe digital no último ano.
Mas, nessa apuração exclusiva, a Lupa descobriu que o crescimento dos golpes digitais não é orgânico, apenas. Não são só golpistas copiando golpistas. Existem escolas de golpe online que ensinam técnicas das mais diversas. Como clonar um cartão, como usar esse cartão sem ser pego, como configurar sites falsos, como burlar o reconhecimento facial e assim por diante.
Boa parte desses cursos, e dos golpes que eles ensinam, ocorre em plataformas como o TikTok, o Instagram e o YouTube, além de aplicativos de mensagem como WhatsApp e Discord. As grandes empresas de tecnologia, por sua vez, não parecem empenhadas em coibir esse tipo de prática.
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Entrevistados do episódio
Doutor em ciências sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e autor do livro “Jovens em Conflito com a lei: liberdade assistida e vidas interrompidas”.
Professor de Direito da Universidade de São Paulo (USP)
Professora de conteúdo e redes sociais dos cursos de Pós-Graduação e MBA da ESPM.
Advogado especialista em cibercrimes e professor de Direito Digital da Fundação Getúlio Vargas (FGV),
Sociólogo e coordenador de projetos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Ficha técnica
Pauta, produção e reportagem: Gabriela Soares
Edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari
Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini
Este episódio de podcast é uma conversa entre os jornalistas Cristiano Botafogo, Natália André e Tomás Chiaverini, gravada em Brasília no dia 10 de setembro de 2025.
O principal tema da conversa foi o podcast Medo e Delírio em Brasília, apresentado por Cristiano Botafogo, que comenta as notícias da política nacional com muita irreverência desde 2019. O bate-papo aconteceu num restaurante da Capital Federal, durante a semana em que o STF julgava o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados acusados de tramarem um golpe de Estado.
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Medo e Delírio em Brasília – link para o podcast
A verdade vos libertará – link para compra
Entrevistado do episódio
Jornalista, músico e apresentador do podcast Medo e Delírio em Brasília. coautor do fotolivro “A verdade vos libertará”, da Editora Fósforo.
Este episódio de podcast, feito em parceria com o Intercept Brasil, fala sobre os impactos que um data center do Tik Tok poderá causar em comunidades tradicionais no Ceará.
A repórter Laís Martins viajou a Caucaia para entender os impactos de um futuro centro de dados que, quando pronto, deverá consumir energia equivalente a 2,2 milhões de brasileiros. Se ele fosse uma cidade, estaria em sétimo lugar em termos de consumo energético.
O data center de Caucaia, que deve abrigar dados e capacidade de processamento para o TikTok, pode ser beneficiado pela Política Nacional de Data Centers (Redata). Se implementado, o projeto do Governo Federal vai conceder isenções de impostos para big techs que armazenarem dados em solo brasileiro.
O novo centro de dados deve ficar dentro do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), que foi construído em uma área habitada pelo povo Anacé. Os indígenas, que já vêm sendo afetados pelas indústrias que se instalaram na região, se dizem preocupados com os impactos ambientais e planejam entrar na Justiça para barrar o empreendimento.
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Entrevistados do episódio
Assessor especial do Ministério da Fazenda.
Doutor em geografia pela Universidade de Barcelona. Professor do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará (UFC).
Roberto Anacé
Cacique da comunidade Terra Tradicional.
Paulo Anacé
Liderança da aldeia Grande Cauípe.
Assessor especial da Secretaria Estadual do Meio Ambiente do estado do Ceará (Semace).
Ficha técnica
Pauta, produção e reportagem: Laís Martins
Edição e sonorização: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari
Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini
Este episódio de podcast fala sobre a arte feita por inteligência artificial e sobre o futuro da criatividade humana.
Em 2018, a exclusividade humana no campo da arte foi posta à prova. A casa de leilão Christie’s vendeu, pela primeira vez, uma obra de arte feita por IA. O item, arrematado por 432.500 dólares, era a impressão de uma gravura gerada por um um programa de inteligência artificial que “estudou” pinturas históricas.
As artes plásticas não são o único campo invadido pela IA. Nichos literários como o dos romances eróticos têm abundância de títulos escritos com ajuda de robôs. Isso sem falar em áreas não artísticas da escrita, como e-mails, relatórios, petições e memorandos, estas tomadas por aplicações de inteligência artificial.
Ao mesmo tempo, atividades como as artes plásticas e a literatura são profundamente subjetivas. O que faz com que robôs tenham dificuldade para criar coisas genuínas e inovadoras. Diante disso, abre-se uma encruzilhada. Será que o universo das artes vai se tornar um feudo onde só humanos entram? Ou será que a inteligência artificial reinar aí também?
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Escrever é humano: Como dar vida à sua escrita em tempo de robôs (link para compra)
Little Martians, de Vanessa Rosa (link para o site)
Entrevistados do episódio
Jornalista, escritor e colunista da Folha de S. Paulo. Criador do blog Todoprosa. Autor de livros como “O Drible”, “A vida futura”, e o recém lançado “Escrever É Humano: Como dar vida à sua escrita em tempo de robôs”.
Artista visual brasileira radicada nos Estados Unidos. Criadora do universo Little Martians.
Ficha técnica
Produção e edição: Matheus Marcolino
Locução adicional: Priscila Pastre
Mixagem de som: Vitor Coroa
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari
Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Este episódio de podcast fala sobre o curioso ofício dos dubladores: atrizes e atores que estrelam as maiores produções do planeta e continuam sendo ilustres desconhecidos.
Casos de atores que se prepararam por muito tempo para um papel não são raros. Diz a lenda que Meryl Streep, uma das atrizes mais reverenciadas da história, aprendeu alemão e polonês para protagonizar “A escolha de Sofia”, papel que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz em 1982.
Mas, quando o filme chega nos espectadores, muitas vezes, a voz das atrizes e atores, e com ela boa parte das atuações originais, é substituída. Entra em cena um dos profissionais mais fascinantes do audiovisual: o dublador. Enquanto atores têm meses de preparação para um filme, um dublador frequentemente descobre o que vai gravar na divulgação da escala de trabalho dele. É uma rotina sem tapetes vermelhos sem reconhecimento em restaurantes, sem milhões de dólares na conta.
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Entrevistados do episódio
Atriz, dubladora e diretora de dublagem. Foi a voz da Telesp, dublou as atrizes Glenn Close, Jamie Lee Curtis, Julie Andrews, Jane Fonda e Meryl Streep, e participou da dublagem de séries como Bridgerton, Sailor Moon e One Piece.
Atriz, diretora de dublagem e dubladora na Vox Mundi. Entre seus trabalhos mais conhedidos estão as vozes de Saori, em Cavaleiros do Zodíaco, de Sandy, em Bob Esponja, e as das atrizes Anne Hathaway, Kirsten Dunst e Natalie Portman.
Linguista e tradutora audiovisual especializada em dublagem na Vox Mundi.
Tradutor. Trabalha no setor de Localização na CrunchyRoll.
Ficha técnica
Produção e edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari
Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini