Esse é o podcast do MEMOH. Um podcast pra homem. Pra todo tipo de homem: gays, cis, trans, bi, heteros, pretos, brancos, novos, velhos - pra qualquer um que se identifica como homem. Aqui a gente quer pensar e fazer pensar, refletir, conversar sobre...
Neste episódio especial de fim de ano, juntamos todas as vozes que conduziram a temporada 2025 do podcast do MEMOH para uma conversa aberta de retrospectiva, balanço e celebração.
Entre os dois formatos do programa (o "Roda de Conversa", inspirado nos Grupos Reflexivos, e o "Que masculinidade é essa?", mais voltado ao debate público e às pautas contemporâneas) refletimos sobre o que funcionou, o que nos atravessou e o que aprendemos falando de masculinidades ao longo do ano.
Falamos sobre cuidado, vulnerabilidade, repertório, política, linguagem, temas que mobilizam homens no cotidiano e o papel da conversa como ação transformadora. Um episódio com clima de confraternização, onde também revisitamos episódios marcantes da temporada e apontamos provocações para 2026.
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Edição de Som: Reginaldo Cursino.
Neste episódio abordamos um tema urgente e necessário para os dias de hoje: "Quando busco me responsabilizar, estou respondendo a mim mesmo ou somente às expectativas sociais?"
Abel, Lincoln e Lucas, juntos com o convidado Klerysson Jardim, mergulham na discussão sobre a tensão entre a cobrança legítima por um posicionamento dos homens diante da violência contra a mulher, entre outros tópicos, e o risco de transformar a mudança em pura performance. Discutimos como identificar a motivação por trás das nossas ações e como isso aparece na nossa fala, nas redes, nos nossos posicionamentos (ou ausência deles) no nosso dia a dia.
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Neste episódio, Pedro, Isa e Viny conversam sobre o Dia da Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra Meninas e Mulheres (06 de dezembro) e por que é urgente olhar para a masculinidade de forma crítica. Falam sobre a violência enquanto um problema estrutural, a naturalização do machismo, a cultura do estupro e o papel dos homens na transformação dessa realidade.
Também refletimos sobre autocrítica, responsabilidade, referências positivas e caminhos para uma masculinidade com mais consciência e sensibilidade ética, e também comprometida com o fim da violência.
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Neste episódio, a roda puxa um papo importante pra gente ficar atento: ciúmes. Esse sentimento que nós homens temos uma tendência a não saber lidar muito bem, vindo escalar pra uma situação de violência com muita facilidade. Como enfrentar minhas inseguranças diante do ciúme que sinto?
Essa é a pergunta-tema que dispara a conversa do nosso trio - Lincoln Frutuoso, Lucas Fontaine e, substituindo Abel Oliveira, de férias, Lucas Freitas, facilitador dos grupos reflexivos do MEMOH - com um convidado que preferiu não se identificar, pela sensibilidade do que expõe e para preservar a identidade de pessoas envolvidas nas histórias e situações relatadas.
Um episódio que visa enfatizar a conexão do ciúme com a violência contra mulheres perpetrada por homens e a importância disso ser debatido e refletido por homens, aproveitando o contexto da campanha global dos 21 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra Meninas e Mulheres.
No episódio de hoje, no Dia da Consciência Negra - e que marca o início da campanha internacional dos 21 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra Meninas e Mulheres - Pedro de Figueiredo, Isabela Venturoza e Vinícius Rodrigues abordam o PDL da pedofilia e a omissão dos homens na luta pela justiça reprodutiva. O trio apresenta o que é o PDL da pedofilia, qual é a resolução do CONANDA e como isso deixa as meninas até 13 anos ainda mais vulneráveis a novas violências. A partir disso, a mesa reflete sobre como trazer mais de homens pra perto dessa discussão, como mobilizar homens - incluindo os que já são a favor da descriminalização - pra lutar por justiça reprodutiva. Essas foram algumas das questões que Pedro, Isabela e Viny, se debruçaram.
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Nesse episódio da Roda de Conversa do MEMOH, Abel Oliveira assume a liderança da rodada e propõe uma reflexão sobre como os tabus e moralizações em torno do sexo atravessam o cuidado com o nosso corpo e com o corpo do outro. A partir das experiências pessoais, a conversa se abre para falar de prazer, vergonha, prevenção, desejo e responsabilidade. Junto ao Abel, estão Lincoln Frutuoso, Lucas Fontaine e o convidado Caesar Lima, num papo sincero e sem rodeios sobre como os homens têm (ou não têm) cuidado de sua saúde sexual.
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No episódio de hoje, Pedro de Figueiredo, Isabela Venturoza e Vinícius Rodrigues debatem a recente chacina no Rio de Janeiro e a falência das políticas de segurança pública no Brasil. A partir da perspectiva das masculinidades, o trio reflete sobre como o ideal do “homem protetor e vingador” sustenta uma cultura de violência de Estado, uma política que transforma homens em instrumentos e vítimas de um mesmo projeto de morte.
Entre indignação e análise crítica, o papo atravessa temas como vingança, racismo, religião, populismo e a contradição entre discurso de cuidado e práticas de extermínio.
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Neste episódio, a roda se abre pra um tema que atravessa todos nós, mas que quase nunca entra nas conversas entre homens: o luto. Como a perda e a dor nos atravessam? O que a forma como reagimos a elas diz sobre a nossa construção como homens?
Pra mergulhar nesse tema, recebemos Daniel Carvalho, criador do grupo de acolhimento Luto do Homem. A conversa passa por diferentes histórias de perda (de filhos, pais, mães e até presenças que vão embora em vida) e reflete sobre a ideia de “superação” de um luto, o direito de viver essa dor e como as masculinidades interferem nesse processo. Um episódio denso, bonito e necessário. Faça parte da Comunidade MEMOH!
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Só três mulheres foram indicadas ao Supremo Tribunal Federal em 172 possibilidades ao longo de 134 anos, e nenhuma mulher negra. Neste episódio, o "Que Masculinidade é Essa?" discute o que isso revela sobre os “clubes do bolinha” que seguem dominando os espaços de poder no Brasil. Uma conversa necessária, especialmente pra nós, homens que buscamos a equidade de gênero e não queremos nos omitir diante de tamanha desigualdade.
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Neste episódio, Abel Oliveira, Lincoln Frutuoso e Lucas Fontaine recebem Pietro do Valle pra uma conversa sobre como a homofobia atravessa o cotidiano de todos os homens, independente de sua orientação sexual. Entre histórias pessoais, risadas e provocações, o papo expõe as vigilâncias sutis, e outras nem tanto, que controlam nossos gestos, afetos e modos de ser. Um episódio pra pensar o medo de parecer “menos homem” e o preço que se paga por isso.
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Neste episódio, Pedro de Figueiredo, Isabela Venturoza e Vinícius Rodrigues mergulham na pauta da licença paternidade e no que ela revela sobre o modo como nossa sociedade entende o cuidado e a paternidade.
Entre o PL Pai Presente, que propõe estender a licença de 5 para 30 dias, e as histórias reais de pais que tentam fazer diferente, o trio discute o quanto essa política é também uma janela para repensar as relações de gênero, trabalho e afeto.
A conversa passa por temas como o papel das empresas e do Estado, o medo dos homens de exercer o direito à licença, o impacto da desigualdade de classe e o perigo de transformar a pauta em um discurso “de direitos dos homens”. Tudo isso com humor, afeto e aquele senso crítico que é marca do "Que masculinidade é essa?"
Saiba mais sobre a Lei do Pai Presente em: https://www.coalizaolicencapaternidade.com.br/
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